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Terça, 12 Maio 2015 10:35

Quando menos é mais

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Informe Publicitário EcoUrbis Ambiental

Ao reduzir o consumo contribuímos para a preservação do meio ambiente

 

O meio ambiente tem sido ameaçado de diversas maneiras. Para citar apenas as mais conhecidas, temos o desmatamento e a poluição do ar, de rios, de mares e lagos. Há, porém, um tipo de ataque ao meio ambiente que é feito diariamente e de forma quase inconsciente, pois ele não é muito claro para a maioria das pessoas.
Estamos falando do desperdício. Não se trata apenas do desperdício de água, que tem levado muitas cidades brasileiras a promover algum tipo de racionamento. Trata-se do desperdício de todos os recursos naturais que temos à disposição no planeta. A lista é extensa. Começa pelos alimentos, passa pelas árvores utilizadas na fabricação de papel, móveis etc., e chega até metais como o ferro e materiais como a bauxita e o calcário, utilizados na fabricação de alumínio e cimento, respectivamente.
É inquestionável o fato de que vivemos em uma sociedade altamente consumista e, nesse ambiente os desdobramentos decorrentes do desperdício são bastante amplos. Em um primeiro momento, o impacto pode ser observado no preço do produto, que sobe por conta de uma demanda maior do que a oferta. Por tabela, cidadãos menos favorecidos deixam de ter acesso a ele. Olhando mais para frente, contudo, o problema com o qual talvez tenhamos que lidar é a falta generalizada de diversos produtos por causa do fim de uma determinada matéria-prima.
Ao longo dos últimos anos, registramos diversas iniciativas em todo mundo voltadas à substituição de matérias-primas de fontes não renováveis por fontes renováveis. No setor de combustíveis, por exemplo, a gasolina, refinada a partir do petróleo; tem sido substituída pelo etanol, produzido a partir da cana de açúcar.
Mas, mesmo com a introdução de produtos feitos com matéria-prima de fontes renováveis, é importante prestarmos atenção à possibilidade de que a escassez ocorra em algum momento.
O segredo para que isso não ocorra é consumir menos, pois aí teremos mais recursos naturais e por mais tempo. Nesse sentido, algumas pequenas atitudes podem contribuir de forma concreta para a preservação de recursos naturais, tanto de fontes não renováveis quanto das renováveis.
O primeiro passo, sem qualquer dúvida, é tentar controlar o ímpeto do consumo. Há uma infinidade de produtos que adquirimos pelo simples prazer de ter “o novo”, mesmo quando o “usado” ainda está em boas condições. Podemos incluir nessa lista o aparelho celular, o sapato, uma roupa e, muito frequentemente, computadores pessoais.
Mas, se a compra for mesmo necessária, avalie se é preciso levar a embalagem para casa. Qual utilidade terá a caixa de sapato, de camisa ou o saco plástico que embala toalhas e lençóis, por exemplo? Se não for usar, avise o vendedor e deixe na própria loja, lugar em que talvez seja mais útil caso uma dessas embalagens estrague e precise ser substituída.
Mais uma dica. Em vez de jogar o produto “usado” no lixo, procure doar para alguém que faça bom uso dele. Pode ser um vizinho, um parente ou amigo. No caso de móveis e eletrodomésticos como geladeiras e fogões, há diversas entidades assistenciais que vão até a residência retirá-los, sem qualquer custo. Geralmente, após os reparos necessários, essas entidades vendem o produto para custear suas despesas do dia a dia.
Outra opção é encaminhar o produto para um EcoPonto. No site da prefeitura http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/servicos/amlurb/ecopontos/index.php?p=4626 é possível checar os endereços.
A EcoUrbis Ambiental, concessionária responsável pela coleta de resíduos domiciliares na Zona Sul e na maior parte dos bairros da Zona Leste, aí incluído Itaquera e todo o entorno, fornece essas informações com o objetivo de contribuir para ampliar a conscientização ambiental. Mais informações podem ser obtidas em www.ecourbis.com.br.

Em breve, traremos dicas voltadas para a reutilização e reciclagem.

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