Um ano após o falecimento da cantora Preta Gil, ocorrido em 20 de julho de 2025, em Nova York, a vida de seu ex-marido, Rodrigo Godoy, continua a despertar o interesse do público e da mídia. Enquanto a memória da artista é celebrada através de projetos audiovisuais, Godoy segue um caminho distinto, que inclui a produção e venda de conteúdo adulto em plataformas digitais, gerando discussões sobre privacidade, julgamento público e a reconstrução da vida após um relacionamento de alta visibilidade.
A morte de Preta Gil, aos 50 anos, foi consequência de complicações de um câncer colorretal, diagnosticado em 2023. Sua jornada de luta contra a doença, marcada por tratamentos experimentais nos Estados Unidos e uma rede de apoio familiar e de amigos, culminou em seu falecimento, deixando um legado de força e resiliência que agora é revisitado em produções como o documentário “Preta – Eu Não Ando Só” e a série “Meu Nome É Preta”.
A vida atual de Rodrigo Godoy e o OnlyFans
Longe dos holofotes da música e da vida de celebridade que compartilhava com Preta Gil, Rodrigo Godoy, de 37 anos, construiu uma nova rotina. Atualmente, ele mantém um relacionamento com a musa fitness carioca Rhuana Rodrigues, também de 37 anos, que conheceu em um evento de samba no Rio de Janeiro.
Além da vida pessoal, Godoy tem explorado o mercado de conteúdo adulto na internet. Ele opera um perfil na plataforma OnlyFans, onde comercializa vídeos e fotos sensuais. O acesso ao seu material é oferecido por uma assinatura mensal de 9,90 dólares, valor que, à época, equivalia a aproximadamente R$ 50.
O documentário “Preta – Eu Não Ando Só” e a memória da artista
A data que marcou um ano da partida de Preta Gil, 20 de julho de 2026, foi escolhida para o lançamento de dois projetos audiovisuais que mergulham na trajetória da cantora. O documentário “Preta – Eu Não Ando Só” e a série “Meu Nome É Preta” oferecem um olhar íntimo sobre os últimos anos de sua vida, sua batalha contra o câncer e a poderosa rede de afeto que a cercou.
A ideia do documentário surgiu da própria Preta Gil em 2023, logo após o diagnóstico. Ela desejava registrar sua rotina para transformar sua vulnerabilidade em um ato de partilha e coragem. Grande parte da produção é composta por vídeos caseiros e inéditos, gravados pela própria artista, amigos e familiares em momentos de internação.
Sob a direção de Sandra Kogut, o filme celebra a amizade e a vontade de viver, mostrando momentos descontraídos e bem-humorados, apelidados de “camarote da Preta”, devido ao constante fluxo de visitantes em seu quarto de hospital. A produção conta com relatos emocionantes de seu pai, Gilberto Gil, seu filho, Francisco Gil, sua neta, Sol de Maria, e amigos próximos como Carolina Dieckmann, Ivete Sangalo, Regina Casé e Gominho.
O divórcio durante a doença: um agravante na batalha de Preta Gil
Um dos aspectos mais dolorosos da batalha de Preta Gil contra o câncer foi o fim de seu casamento com Rodrigo Godoy, que ocorreu de forma conturbada durante seu tratamento. A atriz Carolina Dieckmann, amiga íntima da cantora, abordou o tema no documentário, destacando o impacto devastador da separação.
“A doença da Preta tem um agravante muito grande, que eu nem consigo dizer o tamanho, que foi vir junto com o fim do casamento do jeito que foi. Eu acho que, naquele momento, foi a porrada maior do câncer. Você tomar porrada de alguém que você não espera, que você dorme…”, declarou Dieckmann, evidenciando a dimensão do sofrimento emocional que se somou à luta física de Preta.
O pedido de perdão e a busca por reconstrução
Em 2024, Rodrigo Godoy veio a público para pedir perdão a Preta Gil e expressar seu arrependimento. Em suas declarações, ele reconheceu os erros e buscou uma reconciliação com a imagem pública, que o havia julgado severamente após o divórcio.
“Estou aqui querendo reconhecer meus erros e pedir desculpas publicamente, coisa que venho fazendo no meu particular ao longo desse ano. Os nossos amigos íntimos sabem o quanto vivia por ela, pra ela, me dediquei”, afirmou Godoy na ocasião. Ele também defendeu seu direito de seguir em frente: “Mas o final do meu relacionamento tem me rendido os piores julgamentos da vida. Não é justo que eu seja apedrejado pelo resto da minha existência, como se não pudesse reconstruir minha vida. Isso não é justificativa de nada. É um pedido de perdão em busca de paz. Procurar evoluir e seguir a vida.”
A trajetória de Rodrigo Godoy, desde o casamento com uma das figuras mais queridas da música brasileira até a atual incursão no mercado de conteúdo adulto, reflete as complexidades da vida pós-celebridade e o escrutínio constante da opinião pública. A memória de Preta Gil, por sua vez, permanece viva e inspiradora, reafirmando seu legado de arte, afeto e superação.
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