Termina neste domingo (1º) o prazo para educadores, docentes e facilitadores garantirem a participação na iniciativa promovida pelo governo federal. A proposta busca reconhecer práticas educacionais que utilizam ferramentas lúdicas para debater o futuro das cidades e o planejamento urbano no país.
A iniciativa é voltada para profissionais de redes formais e não formalizadas de ensino que aplicaram a metodologia em salas de aula, projetos universitários ou oficinas comunitárias. O objetivo central é premiar relatos que demonstrem criatividade e engajamento na transmissão de conceitos sobre desigualdades territoriais.
A dinâmica lúdica como ferramenta pedagógica
Baseado no formato conhecido como RPG, que significa Jogo de Interpretação de Papéis na tradução livre, a ferramenta estimula a construção colaborativa de narrativas. Nele, os participantes assumem identidades ficcionais para tomar decisões estratégicas coletivas.
No contexto da ferramenta criada pelo governo, a mecânica simula cenários reais de gestão pública e cooperação regional. Os jogadores precisam negociar recursos, planejar investimentos e resolver impasses típicos de diferentes regiões brasileiras, aproximando a teoria da prática cotidiana.
Critérios de avaliação e experiências locais
Para concorrer, os relatos enviados pelos educadores precisam detalhar como a dinâmica foi aplicada, considerando as especificidades sociais e econômicas de cada localidade. A comissão avaliadora valoriza projetos que conseguiram gerar reflexões profundas entre os participantes.
A ferramenta lúdica funciona como um vetor de conscientização sobre a importância do planejamento estratégico e da redução de assimetrias regionais. Professores de diversas regiões do país relatam engajamento elevado por parte dos estudantes durante as partidas.
Como participar e próximos passos
O cadastro para a premiação é totalmente gratuito e deve ser realizado por meio de




