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FATOS EM FOTOS

Fantástica imagem que vem do ano de 1967.

Na rua Gregório Ramalho a fanfarra da Escola Estadual Emilia de Paiva Meira desfilando em meio as comemoraçoes do Sete de Setembro, Independência do Brasil. Detalhe: Gregório Ramalho ainda de terra.
Na foto em primeiro plano o Paulinho do Foto Rex, o Arnaldo Brejeiro, Marcos Falcon “Marcola” e Ricardo Cassetari.
Ao fundo o emblemático Bar Central.

Arquivo: Marcos Falcon.

Vejam ai um momento histórico do Carnaval Itaquerense

O ano era 1961, o local era o Cine Itaquera de propriedade do lendário Evaristo Cipeda. Neste dia a Escola de Samba Falcāo do Morro Itaquerense recebeu o troféu de campeã do Carnaval de Itaquera .
Nas imagens estão o Rei Nininho e a Rainha Geni. Na Comissão de frente , todos de cartola estāo o Dadá, Rubinho, Queme e o lendário Odécio Capelletti, que até os dias de hoje é visto nos clubes Elite Itaquerense e Democrático Itaquerense.
Outra lenda nas imagens, o Mestre Zulú , alem do passista Ditinho.
Também presentes “Seu Evaristo” dono do Cinema e no cantinho seu Otávio Calistrato presidente da Sociedade Amigos da Vila Corberi

Olha ai os craques da imagem anterior todos “vestidos de mulher” divididos em dois times, minutos antes da partida no lendário canpo do Democrático.

No centro, no alto. destaque para o senhor Antônio Barreto, “vestido de parteira”, segundo dizem em homenagem à Dona Natividade, a parteira de Itaquera.

Fantástica imagem datada de 1960 e a foto nāo poderia ter sido tirada em lugar mais emblemático de Itaquera: nada mais, nada menos que o Foto Rex, que marcou gerações.
Neste tempo era comum os homens “alternarem o fugurino” para partidas de futebol no período de Carnaval.
Na foto temos Darci, Sr Antônio Barreto (o primeiro açougueiro de Itaquera) seu filho Barretinho e seu genro Dirceu Herrera “o Gardel”

Arquivo: Marcos Falcon

Família Sugaya e a história de Itaquera

A Colônia Japonesa tem um papel fundamental na história do crescimento de Itaquera, tornando o bairro conhecido em todo o Brasil através da lendária Festa do Pêssego que atraia para o bairro, turistas e visitantes. Diversas famílias fazem parte deste legado , entre as quais, a família Sugaya que dá nome a diversas vias, entre elas a Ken Sugaya no centro itaquerense, rua que começa no Largo da Igreja do Carmo e sedia estabelecimentos comerciais , equipamentos de saúde e escolas.

SUGAYA, uma família de imigrantes japoneses, que é nome de conhecidos viários de Itaquera:
GOO SUGAYA, o primeiro da esq., foi o 25º engenheiro descendente de japoneses, do Estado de São Paulo, a se formar pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP). O seu nome consta do Decreto 16.655, de 14 de maio de 1980, que oficializou a denominação de viários na Colônia Japonesa de Itaquera, com nomes de imigrantes japoneses.
Outras denominações de viários na região.
KAN SUGAYA, terceiro da esq. para a direita, realizou em 1936, o trabalho de topografia e o mapeamento, dos lotes da Colônia de Itaquera e Vila Carmosina. Para homenagear os relevantes serviços em prol do desenvolvimento da região, a Prefeitura denominou importante avenida na Colônia, de Agrimensor Sugaya.
Por fim, KEN SUGAYA, o quarto à direita, foi o primeiro nikkei – descendente de japoneses – a se formar na Faculdade de Odontologia da USP. Quando concluiu o curso, durante a II Guerra Mundial, devido as restrições impostas pelo Decreto – Lei 4.166/42, editado pelo Estado Novo, teve que atuar na própria residência, ou seja, na propriedade rural da família. Após a revogação desse Decreto, passou a atender no consultório, no centro de Itaquera. O dentista KEN SUGAYA faleceu jovem, aos 52 anos, em 1967. Deixou três filhos: Gilberto Kenji, o primogênito, é engenheiro civil; o segundo Norberto Nobuo, dentista e professor na Faculdade de Odontologia da USP; e o caçula Carlos Alberto também dentista, que atende no mesmo local onde seu pai atuou. KEN SUGAYA denomina um dos principais viários no coração do bairro. Completam a foto, a jovem Rosa Sugaya, que se formou em Farmácia pela USP, e o garoto Naruto Sugaya, técnico em eletrônica, o pioneiro na sua área, no atendimento à comunidade local. A senhora, ao centro, sentada, é Moto Sugaya, esposa do Agrimensor Kan.

Colaborou Carlos Alberto Sugaya

Arquivo: Itaquera Nikkei Clube

Esta vem de 1965, imagem que completa  61 anos. Quem manda esta relíquia é o historiador,  Marcos Falcon.

Na rara imagem vem o Extra do Elite Itaquerense.

Com ajuda dos Décio Capeletti, Berola e Walter Faisano, o simpático Marcos Falcon identificou alguns dos craques.

O primeiro em pé é o Dirceu Gardel (que gostava de cantar os tangos de Carlos Gardel), Eugênio , Olavinho, craque não identificado,  craque nāo identificado , Mané e o lendário técnico Seu Lima.

Agachados estāo o Vadāo, craque não identificado,  Toninho do Carmo, craque não identificado e Licāo.

Outra informação deixa este achado ainda mais icônico na história do futebol de Itaquera. Esta fotografia foi um presente que Marcos Falcon ganhou do eterno eliteano, Luizinho Ascenção,  que poucos dias depois partiu deste plano.

 

Arquivo: Marcos Falcon

Família Inoue testemunha do crescimento

Imagem que marca o início da cultura do Pêssego na Colônia Japonesa em Itaquera. A foto vem da década de 50 através da máquina do tempo do Fatos em Fotos do Fato Paulista.
Na fotografia que traz muita história estāo membros da Família Inoue’: o patriarca Nakasuke Inoue (sentado), com os filhos Hideo (a esquerda), Mineo (a direita) e Mineko e sua filha Clara (no centro).
Esta chácara se localizava na rua Iososuke Okaue, na Colônia de Itaquera, onde hoje está sediado um dos maiores condomínios residenciais da região.
A histórica propriedade rural deu lugar a oito torres do Condomínio Residencial Iosuke Okaue I, II, III e IV.
Colaborou com as informaçōes: Isaack Inoue, neto de Nakasuke Inoue.

Arquivo: Itaquera Nikkei Clube.

Olha aí uma imagem que veio de 1968 através do túnel do tempo dos colaboradores do Fato Paulista. O Guarani F.C. de Itaquera ficou em atividade por pouco mais de 1 ano, tempo suficiente para se tornar o “time mais querido do bairro nesta época”, conforme afirmou o lendário craque Joāo Maria,  que atualmente reside em solos lusitanos.

Entre os craques identificados estão o Pedrão, Nestor, Joāo Maria, Miltinho e Rafael.

Os craques  do Guarani F.C. se reuniam sempre na tradicional Praça Tatui na Vila Carmosina.

 

Arquivo: Joāo Maria

Vejam que registro interessante, mais um que marca os 100 anos da Colônia Japonesa em Itaquera.
O ano era 1952, quando foi coroada a então jovem Fumiko Nakamura como a Rainha da Festa do Pêssego.
Passaram-se 73 anos e até hoje a Dona Fumiko continua atuante como associada do Departamento das Senhoras do Itaquera Nikkei Clube.

Arquivo: Itaquera Nikkei Clube

Vejam ai mais um achado enviado pelo historiador Marcos Falcon. Esquadrão do Falcāo do Morro Itaquerense de 1972 .
Imagem histórica com o eterno Mestre Cobrinha , lenda viva do alvinegro de Vila Corberi. Detalhe interessante sāo as “madeixas” dos “cabeludos” jogadores. Cabelos longos eram moda na época.

Em pé: Maurício. Eduardo, Cobrinha, Bade, Zequinha e Modão.
Abaixados: Cláudio, Zé Roberto, Hélio, Milton, Irmão e Rosendo.

Arquivo: Diretoria do Falcāo do Morro

Com 100 anos recém completados a Colônia Japonesa em Itaquera faz parte da história do bairro, tanto na cultura do pêssego, de flores e de plantas ornamentais e, também,  como opção para o passeio de domingo com a família.  Neste registro está Hisaji Morita, a esposa Kessako, filhos e  amigos na colheita de pêssegos na Colônia. A imagem é da década de 50.

 

Arquivo: Itaquera Nikkei Clube

 

Partida que aconteceu em novembro de 1956, quando o Santana Itaquerense venceu a Sociedade Esportiva Elite Itaquerense por dois tentou a um.  Os gols  do tricolor de Vila Santana foram assinalados por Joāo Palermo.

Além do próprio João Palermo, estāo na imagem João Espeto (pai do Toninho The Jordans) e Astrogildo Pereira,  pai de dois históricos Santanenses, Chinito e Amaury.

O Toninho The Jornans – que nos enviou a foto.-  identifica alguns que estão na imagem. Segundo ele o último em pé da esquerda para a direita é o lendário Libre Roldan, ao lado dele está Joāo Espeto. Agachado com o Libre com māo em suas costas é o Astrogildo Pereira.

Se você consegue identificar mais algum destes craques manda aí nos comentários.

 

Arquivo: Toninho The Jordans.

A Colônia Japonesa em Itaquera completou 100 anos e com certeza está no imaginário dos mais antigos, tanto pelas chácaras que cultivam plantas e flores como pela lendária Festa do Pêssego que durante anos trouxe para Itaquera visitantes de todo o Brasil.
Neste histórico registro – da década de 50 -está o Pavilhão da Festa do Pêssego, que ficava em um terreno ao lado da atual sede do Itaquera Nikkei Clube.

Arquivo Itaquera Nikkei Clube

Final da década 60, time do Elite Itaquerense com nomes que marcaram a história de Itaquera. A imagem foi registrada minutos antes de uma partida no lendário campo da Acumuladores Nife do Brasil.
O historiador Marcos Falcon identificou alguns dos craques eliteanos. Em pé: o primeiro é um goleiro que atravessou geraçōes, o conhecido Fioco, o segundo outra “lenda” Raul Ripamonte, depois dois craques nāo identificados , seguidos por Expedito.
Agachados: atleta não identificado, Altimir, Claudinho, Marinho e Vitor

Vejam ai , .mais um achado do nosso histórico de Itaquera, Marcos Falcon. Segundo informa este mais um grande esquadrão do Falcāo do Morro. A imagem vem da década de 50 com os craques “sob a batuta” do eterno presidente Mestre Zulu.

Em pé: Zulu, Dalo,Dinho,Pedrão, Maquininha, Cidão, Vadão e Pinheirinho.

Agachados: não identificado, Budi, Hermínio, Máquina e Motorzinho.

Arquivo: Diretoria do Falcāo do Morro

Olha aí, outra imagem histórica enviada pelo articulista do Fato Paulista, Marcos Falcon.
Timaço do Falcão do Morro Itaquerense em 1958. “Percebam a postura e elegância dos atletas orgulhosos com o belo uniforme de designe arrojado para a época”, comenta o simpático Falcon.

Da esquerda para direita
Dinho,Budi, Ermínio, Taturana, Zé Calipeiro, Pedrão, Zé Couro, Dejair, Tonicão, Finho Espanhol e Pinheirinho.

Imagem icônica do E.C Falcāo do Morro Itaquerense de 1961 enviada pelo historiador Marcos Falcon, que enfatiza os atletas de descendência oriental. “Os ‘japas’ historicamente sempre marcaram presença nos elencos do Falcāo do Morro”, comenta ele com muito carinho.
Em pé: Mirão, Zé Zoiudo, Rubinho, Fábio, Jorje Largado, Mitzuru e o técnico Vitório

Agachados: Moacir, Rena, Neno, Samaia e Bispo.

Arquivo: Diretoria Falcāo do Morro

Matinê de Carnaval no Elite Itaquerense em 1987. Na imagem está o historiador Marcos Falcon com a filha Beatriz e o contabilista Roberto Davanzo “Berola” com a sobrinha.

Arquivo pessoal Marcos Falcon

Esta imagem vem lá dos anos 80, quando houve uma fusão entre dois times da Vila Corberi. Segundo o historiador Marcos Falcon, com a finalidade de firmar um elenco forte o time do Coroado juntou-se ao Falcāo do Morro formando um dos elencos mais vitoriosos do Morro.

Em pé: Fonseca, Divino, Badê, Ivam, Diu, Valdir, Anibal, …….., Daniel, Cobrinha e Bertão.
Agachados: Toniquinho. Neninho, Zé Roberto, Salomão, Cidão, Cidinho, Giba e Zé Marré.

As crianças sāo filhos dos jogadores

Arquivo: Diretoria do Falcāo do Morro

Olha ai a equipe de veteranos do Santana Itaquerense em 1986

Em pé: o técnico Amaury, Toninho, Bingo, Chupeta, Aléx Kazuza e Rubinho

Agachados: Carazza, Daniel, Estrelinha, Helinho e Mineirinho

Integrantes do Conseg do 32 DP de Itaquera reunidos no escritório da Rohe Administração de Bens. Neste dia, em outubro de 1986, eles foram para uma audiência no Palácio do Governo do Estado de Sāo Paulo. Na imagem estāo o presidente José Romero, o vice Amaury Roldan Pereira e os membros Sidehome Nakamura, Toshio Katsuno, Yamaguchi, Cláudio Domingues Leal Maia e Carlos Alberto.
Gestão do Governador Franco Montoro

Olha aí eterno “Seu Orlando” o lendário médio volante Macumba, que fez história no Santana Itaquerense F.C. atuando como médio volante nos anos 60. Recentemente ele partiu para “o outro lado do mistério” , mas não antes de completar 100 anos muito bem vividos e cheio de histórias.
“Foi um gentleman no campo.e na vida. Era elegante no trato com os amigos e elegante também com a bola nos pés. Jogava de terno! “, é o que comenta o santanense histórico, Astrogildo Pereira Junior. Na imagem o simpático Macumba está com o sobrinho Carlinhos.

Arquivo: Astrogildo Pereira Junior (Alemāozinho do Santana)

A Acumuladores Nife do Brasil, além de empregos gerou muita história e amizade. O campo da Nife revelou craques da várzea itaquerense e até hoje está no imaginário dos mais antigos.
Olha aí outra relíquia do campo da Nife . Esta dos anos 60. Juvenal Vampiro e Amaury Roldan Pereira, ambos já partiram, mas fazem parte da história de Itaquera. Astrogildo Pereira Junior conta que o apelido Vampiro surgiu pelo fato do Juvenal trabalhar na época em uma Olaria onde viviam muitos morcegos, por isso surgiu o inusitado apelido.

Arquivo: Astrogildo Pereira Junior (Alemāozinho do Santana)

Outra imagem de 63 anos atrás, que veio para o Fatos e Fotos através damáquina do tempo do historiador Marcos Falcon, que enfatiza o belo fardamento do primeiro e segundo quadros do Falcāo do Morro Itaquerense. Na imagem: Mitzuro, Tatinha e Demétrio.

Arquivo: Diretoria do Falcāo do Morro

Imagem de 1962 enviada pelo historiador Marcos Falcon para o Fatos e Fotos do Fato Paulista. Ele avisa que o amigo Rubens, que está na foto , o ajudou na escalaçāo. Em pé Neu, Tatinha, Vavá, Rubinho, Valdir e Bispo. Agachados: Nilo, Demétrio, Neno, Farajota e Toninho.

Arquivo: Diretoria Falcāo do Morro

Encontro de craques

Aconteceu em 2017 no Estacionamento do Junior na Vila Santana em Itaquera.
Duas lendas da Sociedade Esportiva Palmeiras e duas lendas de Itaquera.
Esq. p/ dir. O zagueiro central Silva que marcou época no alviverde com um futebol de alta técnica , jogava de terno! Ademir da Guia , o Divino, genial, craque e um sujeito simple de humildade impar, Alemāo e Máquina.

Arquivo: Astrogildo Pereira Junior (Alemāozinho do Santana)

Jantar de Veteranos do Palmeiras em 2006 que aconteceu no Clube Monte Líbano.
Na imagem o itaquerense Silva , zagueiro central do Palmeiras na década de 70, que chegou a ser convocado para a Seleção Brasileira pelo então técnico Cláudio Coutinho. Ao seu lado está o Romeiro autor do gol de falta contra o Santos, que deu ao alviverde o Super Campeonato, em 1959.
Arquivo: Astrogildo Pereira Junior (Alemāozinho do Santana)
Vejam ai o esquadrão da S.E. Democrático Itaquerense nos anos 50, com várias personalidades que marcaram a história de Itaquera.
Em pé: Zé Coco, Sr. Roldon, Barretinho, Renato Piruca, Elídio, Bibi (sogro do finado Paraíba) Fernando, Gabrielzinho e Nereu.
Agachados: Barreto,, Badú, Barreto, Claudinho, Canhoto e Neguita.
A imagem foi enviada pelo Astrogildo Pereira Junior que lembra cheio de saudades do “Seu Rondon”. “Ele chegou a comprar terno, comigo, na Ducal Roupas da Antônio Prado. Gente fina, era um exímio barbeiro”, comenta.
Vale informar que Ducal foi uma rede de lojas de roupas masculinas que marcou época, principalmente na década de 70, com campanhas publicitárias nos principais canais de televisão. A Ducal chegou a lançar a Coleção Pelé Exportação, que fez muito sucesso na época.
Arquivo: Astrogildo Pereira Junior (Alemāozinho do Santana)
Vejam ai mais uma valiosa colaboração do historiador Marcos Falcon com o Fatos e Fotos do Fato Paulista. Uma visita de José Martins o Martinzão aos amigos do Falcão do Morro. Os três jogadores na ordem da esquerda para direita são: Cidão, Pedrão e Rosendo. Vale destacar uma curiosidade: é que Martinzão, Cidão e Pedrão, todos eram componentes da Bateria da Escola de Samba do Falcão do Morro e tocavam o instrumento mais pesado de uma bateria que é o surdão treme terra.
Martinzão trabalhou muito tempo no moinho do seu Camijo na antiga rua 25 de Março (hoje rua Padre Viegas de Menezes)
Arquivo: Diretoria Falcāo do Morro
Olhai ai o Lineu Peixeiro, que segundo o historiador Marcos Falcon é considerado o melhor goleiro da história do Falcão do Morro. A imagem é dos anos 50, provavelmente 1958 ou 1959. O detalhe histórico é a “trave de madeira” no campo do Falcão do Morro e ao fundo a exuberante paisagem do Calipal que unia Itaquera, Artur Alvim e Cidade Líder, onde hoje fica o Itaquerão, o Metrô e o Shopping.
Arquivo: Diretoria do Falcāo do Morro
Outra relíquia.
Imagem rara do Itaquera F.C em 1940 enviada pelo Marcos Falcon. Segundo informou este time deu origem ao Santana Itaquerense F.C.
Esq. p/ dir. O primeiro nāo identificado, Fálico, Jaiminho, Teodoro, Guerreiro, Silva, Palermo, Eduardo, Astrogildo e Pintinho.
Agachado : não identificado.
Arquivo: Marcos Falcon
O primeiro carro “de praça” de Itaquera
O primeiro táxi de Itaquera nos anos 30/40 de propriedade de Gabriel Mautone, imagem enviada pelo Astrogildo Pereira Junior . Ele conta sobre o coração solidário do seu Gabriel que socorria a todos independente de horário. “O pessoal conta que o táxi do seu Gabriel levava mulheres em trabalho de parto, idosos passando mal. Ele socorria a todos com ou sem dinheiro”, conta.
E quando os pagamentos ocorriam eram os mais inusitados possíveis. “Foi o primeiro carro de praça de Itaquera. Até de pijama ele ia socorrer as pessoas , que o pagavam como podiam. Os mais antigos contam que os pagamentos eram em patos, gansos, galinha, ovos…e ele aceitava de bom grado”, conta fazendo questão de citar que esta imagem ele ganhou de presente do amigo Artur Victor Brenaisen.
Arquivo: Astrogildo Pereira Junior (Alemāozinho do Santana)
Vejam ai um timaço do Falcão do Morro Itaquerense do início dos anos 60. A imagem foi enviada pelo historiador e “falcāo roxo” , Marcos Falcon o “Marcola”. Ele indicou alguns craques que ele conseguiu lembrar: goleiro Lineu Peixeiro. Massaro, Dinho, Tonicão e Cirino. Se você lembrou de mais algum cita aí nos comentários.
Arquivo: Diretoria do Falcāo do Morro
Outra raridade do Falcāo do Morro enviada pelo Marcos Falcon. Nesta ele está no time, que participou de um torneio no campo do Elite Itaquerense em 1985, quando o alvinegro de Vila Corberi ficou com o vice campeonato. Em pé: Chicão, Jesus, Marcola, Neno, Neninho e Baleia. Agachados: Zé Roberto, João Leitão, Justino, Paxa, Miltinho e Pedrinho.
Arquivo: Diretoria do Falcāo do Morro
Esta vem lá dos anos 60. A Fanfarra do Liceu Camilo Castelo Branco. O primeiro é o craque itaquerense Joāo Maria, ao fundo está o Márcio e o de boné é o Mario Celso.
Arquivo: Astrogildo Pereira Junior (Alemāozinho do Santana)
Santana Itaquerense ficou 100 partidas invicto.
Se na Europa a maior série invicta aconteceu entre os anos de 1915 e 1917, com o Celtic batendo incríveis 62 partidas invictos (segundo dados da ESPN), por Itaquera a maior série invicta ainda pertence ao Santana Itaquerense F.C.
Nos anos 60 foram incríveis 100 partidas invicto e para comemorar, o professor João Maurício Alves , jogador do time e fundador do Liceu Camilo Castelo Branco, prometeu uma festa. Promessa cumprida atletas e diretoria foram homenageados com um jantar n Churrascaria Roda Viva.
Na partida seguinte o time perdeu e o técnico foi dispensado, mesmo depois de uma baita série invicta. O técnico, era o Mauro Perereca, itaquerense e ator que marcou época em filmes dos anos 70. Até hoje seus filmes estão na programação do Canal Brasil.
Vale ainda destacar que este time era o segundo quadro e na época no futebol de várzea quem apitava o jogo do segundo quadro era um juiz indicado pelo adversário.
Em pé: Mauro Bronson (Mauro Perereca) era o técnico , Luis, Tonhão, Nelsão, Candinho, Batalhão e Alberto
Agachados:Claudinho, Cação, João Maurício Alves, Chinito, Mauro e Gaguinho
Arquivo : Astrogildo Pereira Junior (Alemāozinho do Santana)
Timaço do E.C. Ferrolho Itaquerense de 1977. Alguns já partiram, mas continuam vivos na memória dos aman. tes da várzea.
Em pé: Tadeu Vacarelli, Ventura, Armandinho, Dinho, goleiro nāo identificado, Américo, Hélinho e Brás Massagista.
Agachados: Tonetti, Hela, Miguel, Daniel, Maquininha e Nenê Navarro.
O esquadrão da S.E. Elite Itaquerense de 1964.
Em pé, Catāo Montez Junior, Fioco, Amilcar, Chico, Rubinho, Carlinhos e Miguel.
Agachados; Rena, Luizinho Ascenção, Sérgio, Sá Maia e Djalma.
Mascote; Reinaldo.
O forte ataque no time juvenil do Falcāo do Morro em 1961: Darinho (Dadá), Rubinho e Odécio Capelleti.
Arquivo: Diretoria do Falcāo do Morro
Olha aí outra raridade.
Time do Amor e Glória nos anos 40 e de centroavante , um dos grandes nomes da história de Itaquera, Dr. José Faustino (pai) como centroavante (terceiro agachado).
Quem conseguir identificar os outros jogadores, por favor colocar nos comentários.
Arquivo: Astrogildo Pereira Junior (Alemāozinho do Santana)
O dia que o Dudu veio a Itaquera
Era um 18 de maio, o ano 2017, quando um das maiores médio-volantes da história do Palmeiras veio ao bairro. Olégario Toloi de Oliveira , o Dudu, veio para comemorar o aniversário de um palestrino histórico Amaury Roldan Pereira. Ele autografou camisas , tirou fotos, conversou e almoçou com o aniversariante ao lado de convidados e de outros craques do Verdāo: Ademir da Guia e o zagueiro central Silva. Vieram a convite do irmão do Amaury, Astrogildo Pereira Junior.
Arquivo: Astrogildo Pereira Junior (Alemāozinho do Santana)
Esta vem direto do início da década de 80. Imagem enviada pelo historiador Marcos Falcon. Em pé da esq. p/ dir. Badê; Dinho Cegonha, Milton, Baianinho, Midão, Marcola, Tonicão, Técnico Claudio . Agachados: Toniquinho diretor, Três Tetas, Seu Jura, Fiinho Espanhol, Lula, Dejair e Fonsequinha.
Arquivo: Diretoria Falcāo do Morro
Vejam aí outra raridade enviada pelo historiador e diretor do Falcāo do Morro Itaquerense, Marcos Falcon. A imagem do final dos anos 60, retrata a Batucada do Falcāo, que já animava os carnavais do bairro, desde os anos 50 e que seria oficialmente constituída em 1970, quando foi inscrita na UESP (União das Escolas de Samba Paulistanas) sendo a primeira escola de samba de Itaquera Provavelmente esta seja a época mais romântica e poética do futebol de várzea , tempo áureo que jogadores, batuqueiros e torcedores eram levados na caçamba do caminhão. No caso do Falcāo o caminhão, era um FNM “cara chata” de propriedade do Toninho Valvoline.
Na imagem estāo o Cobrinha. Bade, Nenê, Baianinho, Valmir Gordo e João Mata Égua.
A Batucada do Falcāo era uma atração esperada nos campos onde o time jogava. Cobrinha se tornaria um dos maiores mestres de Bateria do Carnaval Itaquerense revelando diversos outros Mestres que brilharam em grandes agremiações de samba.
Arquivo: Diretoria do Falcāo do Morro
Imagem dos anos 50, pouco depois da fundação do E.C Falcāo do Morro Itaquerense. Na foto enviada pelo historiador e diretor do time Marcos Falcon está o segundo quadro , com um belo e moderno uniforme para a época.
Em pé da esq. p/dir. Zulu , Fuko, Massaro, Dinho, Calipeiro, Maquininha e Peixeiro.
Agachados: Rubinho, Trovão, Tonicāo, Cirino e Pinheirinho.
Vale destacar que
Em 2017, o lendário craque Ademir da Guia veio a Itaquera por um motivo mais do que nobre. Almoçar com o aniversariante Amaury Roldan Pereira , palestrino fanático.
Amaury partiu há poucos dias, mas o seu legado, ideal e suas paixões por Itaquera e pelo Palmeiras continuam pulsando.
O Divino veio a convite do irmão Astrogildo Pereira Junior.
Arquivo: Astrogildo Pereira Junior (Alemāozinho do Santana)
Time da Acumuladores Nife do Brasil em 1960
Em pé da esq. p/ dir.
Anfredo Preto (irmão do Zé Coco), Isaac, Edmundo, Divino, Fernando e Marinho.
Agachado
Esq. p/dir.
Delvídio, Gessê, Tonhāo, Alemão Roldan e Zéquinha.
O Gessê chegou a jogar no Sāo Paulo F.C, no Olaria do RJ e no futebol da Arábia.
Arquivo: Astrogildo Pereira Junior (Alemāozinho do Santana)
O dia que Roberto Leal fez show no Elite Itaquerense
Falecido recentemente, Francisco Roldan Pereira foi um dos grandes ativistas sociais da história de Itaquera, mas também marcou como empresário artístico, promovendo grandes shows como este que aconteceu nos anos 80 no Elite Itaquerense. Roberto Leal estava no auge estourando nas paradas de sucesso.
Da esq. P/ dir. O cartunista Xisto, Chinito, Ademir Roldan Pereira (na época maquiador do SBT), Toninho Roldan. Roberto Leal e Antônio Celso (Tonhāo)
O Xisto virou nome de um viaduto no centro de Itaquera e Ademir Roldan Pereira dá nome a rua onde hoje está sediada a quadra da Leandro de Itaquera.

Craque do futebol Itaquerense, o lendário Lauro, que atuou pelo Juventus da Mooca.

Arquivo: Alemão Roldan

O eterno presidente do Santana Itaquerense, Amaury Roldan Pereira partiu recentemente, mas deixou o seu legado por aqui, como um homem lutador , de grandes ideias e ideais nobres e – sobretudo isso – tinha um grande senso de humor.

Vamos aqui lembrar uma charge do cartunista Xisto, publicada no jornal EspalhaFatos nos anos 80.

Em seu traço, Xisto mostra Amaury como juiz de um jogo do Santana e com elástico placar ao fundo.

Amaury o Imparcial anunciava a bem humorada charge.

Arquivo: Astrogildo Pereira Junior (Alemāozinho do Santana).

Polemizando - Ediçao 358

Polemizando - Ediçao 358

Ensinamentos Certa vez um velho jornalista me disse: “filho você quer saber qual a qualidade que determinado indivíduo não tem?…
Nenê Teixeira
Nenê Teixeira
"A matriz do samba UESP vive uma nova era, com projetos inovadores e caminhando a passos largos para o futuro do samba paulistano". A frente da entidade coordenando os rumos de 73 agremiações está o presidente Nenê Teixeira, que é leitor do Fato Paulista
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