Fantástica imagem que vem do ano de 1967.
Na rua Gregório Ramalho a fanfarra da Escola Estadual Emilia de Paiva Meira desfilando em meio as comemoraçoes do Sete de Setembro, Independência do Brasil. Detalhe: Gregório Ramalho ainda de terra.
Na foto em primeiro plano o Paulinho do Foto Rex, o Arnaldo Brejeiro, Marcos Falcon “Marcola” e Ricardo Cassetari.
Ao fundo o emblemático Bar Central.
Arquivo: Marcos Falcon.
Vejam ai um momento histórico do Carnaval Itaquerense
O ano era 1961, o local era o Cine Itaquera de propriedade do lendário Evaristo Cipeda. Neste dia a Escola de Samba Falcāo do Morro Itaquerense recebeu o troféu de campeã do Carnaval de Itaquera .
Nas imagens estão o Rei Nininho e a Rainha Geni. Na Comissão de frente , todos de cartola estāo o Dadá, Rubinho, Queme e o lendário Odécio Capelletti, que até os dias de hoje é visto nos clubes Elite Itaquerense e Democrático Itaquerense.
Outra lenda nas imagens, o Mestre Zulú , alem do passista Ditinho.
Também presentes “Seu Evaristo” dono do Cinema e no cantinho seu Otávio Calistrato presidente da Sociedade Amigos da Vila Corberi
Olha ai os craques da imagem anterior todos “vestidos de mulher” divididos em dois times, minutos antes da partida no lendário canpo do Democrático.
No centro, no alto. destaque para o senhor Antônio Barreto, “vestido de parteira”, segundo dizem em homenagem à Dona Natividade, a parteira de Itaquera.
Fantástica imagem datada de 1960 e a foto nāo poderia ter sido tirada em lugar mais emblemático de Itaquera: nada mais, nada menos que o Foto Rex, que marcou gerações.
Neste tempo era comum os homens “alternarem o fugurino” para partidas de futebol no período de Carnaval.
Na foto temos Darci, Sr Antônio Barreto (o primeiro açougueiro de Itaquera) seu filho Barretinho e seu genro Dirceu Herrera “o Gardel”
Arquivo: Marcos Falcon
Família Sugaya e a história de Itaquera
A Colônia Japonesa tem um papel fundamental na história do crescimento de Itaquera, tornando o bairro conhecido em todo o Brasil através da lendária Festa do Pêssego que atraia para o bairro, turistas e visitantes. Diversas famílias fazem parte deste legado , entre as quais, a família Sugaya que dá nome a diversas vias, entre elas a Ken Sugaya no centro itaquerense, rua que começa no Largo da Igreja do Carmo e sedia estabelecimentos comerciais , equipamentos de saúde e escolas.
SUGAYA, uma família de imigrantes japoneses, que é nome de conhecidos viários de Itaquera:
GOO SUGAYA, o primeiro da esq., foi o 25º engenheiro descendente de japoneses, do Estado de São Paulo, a se formar pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP). O seu nome consta do Decreto 16.655, de 14 de maio de 1980, que oficializou a denominação de viários na Colônia Japonesa de Itaquera, com nomes de imigrantes japoneses.
Outras denominações de viários na região.
KAN SUGAYA, terceiro da esq. para a direita, realizou em 1936, o trabalho de topografia e o mapeamento, dos lotes da Colônia de Itaquera e Vila Carmosina. Para homenagear os relevantes serviços em prol do desenvolvimento da região, a Prefeitura denominou importante avenida na Colônia, de Agrimensor Sugaya.
Por fim, KEN SUGAYA, o quarto à direita, foi o primeiro nikkei – descendente de japoneses – a se formar na Faculdade de Odontologia da USP. Quando concluiu o curso, durante a II Guerra Mundial, devido as restrições impostas pelo Decreto – Lei 4.166/42, editado pelo Estado Novo, teve que atuar na própria residência, ou seja, na propriedade rural da família. Após a revogação desse Decreto, passou a atender no consultório, no centro de Itaquera. O dentista KEN SUGAYA faleceu jovem, aos 52 anos, em 1967. Deixou três filhos: Gilberto Kenji, o primogênito, é engenheiro civil; o segundo Norberto Nobuo, dentista e professor na Faculdade de Odontologia da USP; e o caçula Carlos Alberto também dentista, que atende no mesmo local onde seu pai atuou. KEN SUGAYA denomina um dos principais viários no coração do bairro. Completam a foto, a jovem Rosa Sugaya, que se formou em Farmácia pela USP, e o garoto Naruto Sugaya, técnico em eletrônica, o pioneiro na sua área, no atendimento à comunidade local. A senhora, ao centro, sentada, é Moto Sugaya, esposa do Agrimensor Kan.
Colaborou Carlos Alberto Sugaya
Arquivo: Itaquera Nikkei Clube
Esta vem de 1965, imagem que completa 61 anos. Quem manda esta relíquia é o historiador, Marcos Falcon.
Na rara imagem vem o Extra do Elite Itaquerense.
Com ajuda dos Décio Capeletti, Berola e Walter Faisano, o simpático Marcos Falcon identificou alguns dos craques.
O primeiro em pé é o Dirceu Gardel (que gostava de cantar os tangos de Carlos Gardel), Eugênio , Olavinho, craque não identificado, craque nāo identificado , Mané e o lendário técnico Seu Lima.
Agachados estāo o Vadāo, craque não identificado, Toninho do Carmo, craque não identificado e Licāo.
Outra informação deixa este achado ainda mais icônico na história do futebol de Itaquera. Esta fotografia foi um presente que Marcos Falcon ganhou do eterno eliteano, Luizinho Ascenção, que poucos dias depois partiu deste plano.
Arquivo: Marcos Falcon
Família Inoue testemunha do crescimento
Imagem que marca o início da cultura do Pêssego na Colônia Japonesa em Itaquera. A foto vem da década de 50 através da máquina do tempo do Fatos em Fotos do Fato Paulista.
Na fotografia que traz muita história estāo membros da Família Inoue’: o patriarca Nakasuke Inoue (sentado), com os filhos Hideo (a esquerda), Mineo (a direita) e Mineko e sua filha Clara (no centro).
Esta chácara se localizava na rua Iososuke Okaue, na Colônia de Itaquera, onde hoje está sediado um dos maiores condomínios residenciais da região.
A histórica propriedade rural deu lugar a oito torres do Condomínio Residencial Iosuke Okaue I, II, III e IV.
Colaborou com as informaçōes: Isaack Inoue, neto de Nakasuke Inoue.
Arquivo: Itaquera Nikkei Clube.
Olha aí uma imagem que veio de 1968 através do túnel do tempo dos colaboradores do Fato Paulista. O Guarani F.C. de Itaquera ficou em atividade por pouco mais de 1 ano, tempo suficiente para se tornar o “time mais querido do bairro nesta época”, conforme afirmou o lendário craque Joāo Maria, que atualmente reside em solos lusitanos.
Entre os craques identificados estão o Pedrão, Nestor, Joāo Maria, Miltinho e Rafael.
Os craques do Guarani F.C. se reuniam sempre na tradicional Praça Tatui na Vila Carmosina.
Arquivo: Joāo Maria
Vejam que registro interessante, mais um que marca os 100 anos da Colônia Japonesa em Itaquera.
O ano era 1952, quando foi coroada a então jovem Fumiko Nakamura como a Rainha da Festa do Pêssego.
Passaram-se 73 anos e até hoje a Dona Fumiko continua atuante como associada do Departamento das Senhoras do Itaquera Nikkei Clube.
Arquivo: Itaquera Nikkei Clube
Vejam ai mais um achado enviado pelo historiador Marcos Falcon. Esquadrão do Falcāo do Morro Itaquerense de 1972 .
Imagem histórica com o eterno Mestre Cobrinha , lenda viva do alvinegro de Vila Corberi. Detalhe interessante sāo as “madeixas” dos “cabeludos” jogadores. Cabelos longos eram moda na época.
Em pé: Maurício. Eduardo, Cobrinha, Bade, Zequinha e Modão.
Abaixados: Cláudio, Zé Roberto, Hélio, Milton, Irmão e Rosendo.
Arquivo: Diretoria do Falcāo do Morro
Com 100 anos recém completados a Colônia Japonesa em Itaquera faz parte da história do bairro, tanto na cultura do pêssego, de flores e de plantas ornamentais e, também, como opção para o passeio de domingo com a família. Neste registro está Hisaji Morita, a esposa Kessako, filhos e amigos na colheita de pêssegos na Colônia. A imagem é da década de 50.
Arquivo: Itaquera Nikkei Clube
Partida que aconteceu em novembro de 1956, quando o Santana Itaquerense venceu a Sociedade Esportiva Elite Itaquerense por dois tentou a um. Os gols do tricolor de Vila Santana foram assinalados por Joāo Palermo.
Além do próprio João Palermo, estāo na imagem João Espeto (pai do Toninho The Jordans) e Astrogildo Pereira, pai de dois históricos Santanenses, Chinito e Amaury.
O Toninho The Jornans – que nos enviou a foto.- identifica alguns que estão na imagem. Segundo ele o último em pé da esquerda para a direita é o lendário Libre Roldan, ao lado dele está Joāo Espeto. Agachado com o Libre com māo em suas costas é o Astrogildo Pereira.
Se você consegue identificar mais algum destes craques manda aí nos comentários.
Arquivo: Toninho The Jordans.
A Colônia Japonesa em Itaquera completou 100 anos e com certeza está no imaginário dos mais antigos, tanto pelas chácaras que cultivam plantas e flores como pela lendária Festa do Pêssego que durante anos trouxe para Itaquera visitantes de todo o Brasil.
Neste histórico registro – da década de 50 -está o Pavilhão da Festa do Pêssego, que ficava em um terreno ao lado da atual sede do Itaquera Nikkei Clube.
Arquivo Itaquera Nikkei Clube
Final da década 60, time do Elite Itaquerense com nomes que marcaram a história de Itaquera. A imagem foi registrada minutos antes de uma partida no lendário campo da Acumuladores Nife do Brasil.
O historiador Marcos Falcon identificou alguns dos craques eliteanos. Em pé: o primeiro é um goleiro que atravessou geraçōes, o conhecido Fioco, o segundo outra “lenda” Raul Ripamonte, depois dois craques nāo identificados , seguidos por Expedito.
Agachados: atleta não identificado, Altimir, Claudinho, Marinho e Vitor
Vejam ai , .mais um achado do nosso histórico de Itaquera, Marcos Falcon. Segundo informa este mais um grande esquadrão do Falcāo do Morro. A imagem vem da década de 50 com os craques “sob a batuta” do eterno presidente Mestre Zulu.
Em pé: Zulu, Dalo,Dinho,Pedrão, Maquininha, Cidão, Vadão e Pinheirinho.
Agachados: não identificado, Budi, Hermínio, Máquina e Motorzinho.
Arquivo: Diretoria do Falcāo do Morro
Olha aí, outra imagem histórica enviada pelo articulista do Fato Paulista, Marcos Falcon.
Timaço do Falcão do Morro Itaquerense em 1958. “Percebam a postura e elegância dos atletas orgulhosos com o belo uniforme de designe arrojado para a época”, comenta o simpático Falcon.
Da esquerda para direita
Dinho,Budi, Ermínio, Taturana, Zé Calipeiro, Pedrão, Zé Couro, Dejair, Tonicão, Finho Espanhol e Pinheirinho.
Imagem icônica do E.C Falcāo do Morro Itaquerense de 1961 enviada pelo historiador Marcos Falcon, que enfatiza os atletas de descendência oriental. “Os ‘japas’ historicamente sempre marcaram presença nos elencos do Falcāo do Morro”, comenta ele com muito carinho.
Em pé: Mirão, Zé Zoiudo, Rubinho, Fábio, Jorje Largado, Mitzuru e o técnico Vitório
Agachados: Moacir, Rena, Neno, Samaia e Bispo.
Arquivo: Diretoria Falcāo do Morro
Matinê de Carnaval no Elite Itaquerense em 1987. Na imagem está o historiador Marcos Falcon com a filha Beatriz e o contabilista Roberto Davanzo “Berola” com a sobrinha.
Arquivo pessoal Marcos Falcon
Esta imagem vem lá dos anos 80, quando houve uma fusão entre dois times da Vila Corberi. Segundo o historiador Marcos Falcon, com a finalidade de firmar um elenco forte o time do Coroado juntou-se ao Falcāo do Morro formando um dos elencos mais vitoriosos do Morro.
Em pé: Fonseca, Divino, Badê, Ivam, Diu, Valdir, Anibal, …….., Daniel, Cobrinha e Bertão.
Agachados: Toniquinho. Neninho, Zé Roberto, Salomão, Cidão, Cidinho, Giba e Zé Marré.
As crianças sāo filhos dos jogadores
Arquivo: Diretoria do Falcāo do Morro
Olha ai a equipe de veteranos do Santana Itaquerense em 1986
Em pé: o técnico Amaury, Toninho, Bingo, Chupeta, Aléx Kazuza e Rubinho
Agachados: Carazza, Daniel, Estrelinha, Helinho e Mineirinho
Integrantes do Conseg do 32 DP de Itaquera reunidos no escritório da Rohe Administração de Bens. Neste dia, em outubro de 1986, eles foram para uma audiência no Palácio do Governo do Estado de Sāo Paulo. Na imagem estāo o presidente José Romero, o vice Amaury Roldan Pereira e os membros Sidehome Nakamura, Toshio Katsuno, Yamaguchi, Cláudio Domingues Leal Maia e Carlos Alberto.
Gestão do Governador Franco Montoro
Olha aí eterno “Seu Orlando” o lendário médio volante Macumba, que fez história no Santana Itaquerense F.C. atuando como médio volante nos anos 60. Recentemente ele partiu para “o outro lado do mistério” , mas não antes de completar 100 anos muito bem vividos e cheio de histórias.
“Foi um gentleman no campo.e na vida. Era elegante no trato com os amigos e elegante também com a bola nos pés. Jogava de terno! “, é o que comenta o santanense histórico, Astrogildo Pereira Junior. Na imagem o simpático Macumba está com o sobrinho Carlinhos.
Arquivo: Astrogildo Pereira Junior (Alemāozinho do Santana)
A Acumuladores Nife do Brasil, além de empregos gerou muita história e amizade. O campo da Nife revelou craques da várzea itaquerense e até hoje está no imaginário dos mais antigos.
Olha aí outra relíquia do campo da Nife . Esta dos anos 60. Juvenal Vampiro e Amaury Roldan Pereira, ambos já partiram, mas fazem parte da história de Itaquera. Astrogildo Pereira Junior conta que o apelido Vampiro surgiu pelo fato do Juvenal trabalhar na época em uma Olaria onde viviam muitos morcegos, por isso surgiu o inusitado apelido.
Arquivo: Astrogildo Pereira Junior (Alemāozinho do Santana)
Outra imagem de 63 anos atrás, que veio para o Fatos e Fotos através damáquina do tempo do historiador Marcos Falcon, que enfatiza o belo fardamento do primeiro e segundo quadros do Falcāo do Morro Itaquerense. Na imagem: Mitzuro, Tatinha e Demétrio.
Arquivo: Diretoria do Falcāo do Morro
Imagem de 1962 enviada pelo historiador Marcos Falcon para o Fatos e Fotos do Fato Paulista. Ele avisa que o amigo Rubens, que está na foto , o ajudou na escalaçāo. Em pé Neu, Tatinha, Vavá, Rubinho, Valdir e Bispo. Agachados: Nilo, Demétrio, Neno, Farajota e Toninho.
Arquivo: Diretoria Falcāo do Morro
Encontro de craques
Aconteceu em 2017 no Estacionamento do Junior na Vila Santana em Itaquera.
Duas lendas da Sociedade Esportiva Palmeiras e duas lendas de Itaquera.
Esq. p/ dir. O zagueiro central Silva que marcou época no alviverde com um futebol de alta técnica , jogava de terno! Ademir da Guia , o Divino, genial, craque e um sujeito simple de humildade impar, Alemāo e Máquina.
Arquivo: Astrogildo Pereira Junior (Alemāozinho do Santana)
Craque do futebol Itaquerense, o lendário Lauro, que atuou pelo Juventus da Mooca.
Arquivo: Alemão Roldan
O eterno presidente do Santana Itaquerense, Amaury Roldan Pereira partiu recentemente, mas deixou o seu legado por aqui, como um homem lutador , de grandes ideias e ideais nobres e – sobretudo isso – tinha um grande senso de humor.
Vamos aqui lembrar uma charge do cartunista Xisto, publicada no jornal EspalhaFatos nos anos 80.
Em seu traço, Xisto mostra Amaury como juiz de um jogo do Santana e com elástico placar ao fundo.
Amaury o Imparcial anunciava a bem humorada charge.
Arquivo: Astrogildo Pereira Junior (Alemāozinho do Santana).
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