O processo eleitoral de 2026 em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país, encerrou o primeiro turno com a definição das 94 cadeiras que comporão a próxima legislatura da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). Com a totalização de 100% das urnas apuradas no último domingo (4), o cenário político paulista reflete uma nova configuração de forças, marcada por votações expressivas e a renovação de quadros parlamentares.
A nova composição da Assembleia Legislativa
A disputa pelas vagas na Alesp foi marcada por uma intensa mobilização nas urnas. A candidata Eduarda Campopiano (PL) alcançou a maior votação entre os postulantes ao cargo de deputado estadual, totalizando 1.956.238 votos. Logo atrás, o veterano Eduardo Suplicy (PT) garantiu seu lugar com 654.627 votos, reforçando a presença da bancada petista na casa legislativa.
A representatividade na Alesp é fundamental para a governabilidade e a fiscalização do Poder Executivo estadual. Os parlamentares eleitos terão o papel de debater projetos de lei, orçamentos e políticas públicas que impactam diretamente a rotina de milhões de paulistas. A diversidade de partidos e ideologias eleitos indica um parlamento que deverá passar por constantes negociações para a aprovação de pautas estratégicas.
Perfil dos eleitos e votações expressivas
Além dos nomes que lideraram a contagem, a lista de eleitos revela uma mescla entre figuras já conhecidas do eleitorado e novos nomes que ganharam tração durante a campanha. O pleito também consolidou a força de legendas como o PL e o PSOL, que garantiram cadeiras importantes, além da presença constante de partidos como PT, MDB, PSD e Republicanos na composição final da casa.
Abaixo, apresentamos a relação dos 94 deputados estaduais que representarão a população paulista a partir da próxima legislatura:
- Eduarda Campopiano (PL) – 1.956.238
- Eduardo Suplicy (PT) – 654.627
- Sofia Favero (PSOL) – 407.773
- Carlos Giannazi (PSOL) – 367.861
- Paula da Bancada Feminista (PSOL) – 326.190
- Giovanni Sanches (PL) – 235.363
- Rogerio Lins (PODE) – 229.928
- Tenente Coimbra (PL) – 198.342
- Rafa Minato (Missão) – 185.582
- Danilo Joan (PP) – 182.839
- Thomaz Henrique (PL) – 178.164
- Ediane Maria (PSOL) – 170.844
- Luiza Erundina (PSOL) – 169.567
- Delegado Olim (PP) – 163.918
- Rodrigo Ashiuchi (PL) – 162.562
- Monica das Pretas (PSOL) – 159.100
- Itamar Borges (MDB) – 159.058
- Bruna Furlan (Republicanos) – 157.381
- Marcos Damasio (PL) – 156.691
- Dani Alonso (PL) – 155.574
- Regina Nunes (MDB) – 154.966
- Duda Hidalgo (PT) – 154.953
- Sargento Castro (PP) – 143.422
- Professora Bebel (PT) – 142.001
- Conte Lopes (PL) – 139.225
- Felipe Sertanejo (PL) – 138.277
- Rogerio Nogueira (PL) – 137.335
- Telhadinha – Capitão Telhada (PP) – 134.006
- Ana Carolina Serra (PSDB) – 132.881
- Mariana Conti (PSOL) – 126.344
- Delegada Graciela (PL) – 125.624
- Dr. Edson da Paiol (PODE) – 124.394
- Alex Madureira (PL) – 122.704
- Leonardo Grandini (PT) – 122.158
- Danilo Campetti (Republicanos) – 119.904
- Barros Munhoz (PSD) – 116.413
- Emídio (PT) – 108.275
- Paulo Mansur (PL) – 107.073
- Rafael Saraiva (União) – 105.174
- Rodrigo Mar (PT) – 104.820
- Enio Tatto (PT) – 102.892
- Reinaldo Alguz (MDB) – 101.946
- Marta Costa (PSD) – 100.083
- Caio França (PSB) – 99.840
- Franco Sardelli (PL) – 98.375
- Douglas Garcia (União) – 97.410
- Paulo Fiorilo (PT) – 96.370
- Danilo Balas (PT) – 96.188
- Luiz Fernando (PT) – 94.901
- Débora Camilo (PSOL) – 94.895
- Leticia Aguiar (PL) – 94.832
- Donato (PT) – 94.779
- Carla Morando (PSD) – 94.596
- Ricardo Madalena (PL) – 94.319
- Leandro Basson (PODE) – 90.934
- Pardini (PSD) – 89.558
- Rogério Franco (PL) – 89.156
- Analice Fernandes (PSD) – 88.784
- Delegado Mesquita (PP) – 87.918
- Valdomiro Lopes (PSB) – 86.893
- Thammy Miranda (PSD) – 85.619
- Bruno Zambelli (PL) – 82.946
- Ely Santos (Republicanos) – 82.559
- Léo Oliveira (MDB) – 82.508
- Thainara Faria (PT) – 81.485
- Mauro Bragato (PSD) – 79.157
- Marina Bragante (PSB) – 78.957
- Coronel Paganotto (PL) – 77.703
- Solange Freitas (União) – 77.524
- João Paulo (PT) – 76.371
- Camila Godoi (União) – 74.733
- Caruso (MDB) – 74.480
- Kaka do Autismo (PODE) – 74.365
- Barba (PT) – 74.115
- Rafael Silva Jr (PSD) – 74.043
- Rodrigo Moraes (PL) – 73.787
- Rômulo (PT) – 73.648
- Renata Sene (Republicanos) – 73.526
- Marcolino (PT) – 72.574
- João Paulo Rillo (PT) – 72.486
- Lucas Bove (PL) – 71.263
- Capitão Mosart (PL) – 70.997
- Ana Perugini (PT) – 70.737
- Sebastião Santos (Republicanos) – 68.118
- Fabio Faria de Sá (PODE) – 68.055
- Lisboa (PL) – 67.413
- Henrique Krigner (NOVO) – 66.512
- Gilmaci Santos (Republicanos) – 66.474
- Isaac Antunes (PL) – 61.953
- Fabiana Bolsonaro (PL) – 61.183
- Thiago Auricchio (PL) – 59.942
- Keit Lima (PSOL) – 58.984
- Atila Jacomussi (PRD) – 54.065
Contexto e desdobramentos pós-eleitorais
O resultado das urnas em São Paulo é um termômetro importante para a política nacional. A alta votação de candidatos ligados a pautas específicas e a manutenção de nomes tradicionais indicam que o eleitor paulista buscou um equilíbrio entre a renovação e a experiência. Para acompanhar os próximos passos da política estadual e nacional, continue navegando pelo Fato Paulista. Nosso compromisso é levar até você uma cobertura completa, isenta e detalhada sobre os rumos da gestão pública e os desdobramentos das decisões tomadas nas urnas.




