Mas há quem ache necessário a liberação dos eventos , não somente para combater o estresse que a população passou, mas também na questão econômica, na geração de empregos, mesmo que temporários, além de alternativas de fomentar renda de forma ambulante.
Este é o caso de Fausto Rosa, diretor de eventos da Acaapesp – Associação dos Consultores, Assessores e Articuladores Políticos do Estado de São Paulo, com sedes regionais em mais de 100 cidades, 14 estados e até no exterior. Sem dúvida uma das maiores entidades classistas do Brasil, com cerca de 10 mil associados.
‘Não vejo problema algum em se promover o réveillon e o carnaval em São Paulo. Ainda faltam dois meses para o final do ano e já estamos com a população adulta, praticamente toda vacinada’, explica e vai além: ‘acredito que a vida tem que seguir em frente’.
Mas Fausto Rosa alerta sobre a necessidade do uso da máscara. ‘Independente de determinação ou não do governo, todos nós temos que usar a máscara e manter o hábito que adquirimos do álcool em gel. Não custa nada usar a máscara e carregar o tubinho de álcool’, aconselha.
‘A população precisa de diversão para contrabalancear todo o estresse que passou. Principalmente a população de baixa renda que não tem acesso a espaços privados, por isso são necessários os eventos de rua’, ressalta.
‘Não somente o carnaval e o réveillon, mas devem sim acontecer outros eventos de rua, não somente em São Paulo mas em cidades interior a fora. A população precisa se divertir e trabalhar e estes eventos geram oportunidades de emprego e fonte de renda, mesmo que de forma autônoma’, finaliza.




