A atuação de animais treinados pelas forças de segurança ganhou destaque em mais uma ação contra o narcotráfico na região metropolitana de São Paulo. Durante patrulhamento ostensivo, uma operação policial resultou na apreensão de uma carga significativa de entorpecentes em um endereço desocupado, demonstrando a eficácia do trabalho especializado de faro na localização de materiais ilícitos.
A ofensiva faz parte de estratégias contínuas de repressão ao crime organizado e ao comércio ilegal de substâncias proibidas em áreas urbanas densas. O emprego de cães farejadores tem se tornado um recurso indispensável para desvendar esconderijos utilizados por criminosos para ocultar estoques de drogas e apetrechos logísticos.
A atuação do BAEP e o faro da cadela Eva
A localização dos entorpecentes ocorreu durante a Operação Impacto contra o Tráfico de Drogas, realizada nesta quinta-feira (29). Equipes especializadas do 15º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (BAEP), com o suporte fundamental do BAEP Canil, ingressaram em uma região de vielas no Jardim Alvorada, situado no município de Guarulhos.
Durante as buscas, a cadela policial Eva indicou de forma precisa uma sacola e duas caixas que estavam escondidas no interior de uma residência desabitada. A assertividade do animal evitou que o material passasse despercebido pelas equipes em terra, evidenciando o rigor técnico do adestramento de cães policiais no estado de São Paulo.
Material apreendido e o combate ao tráfico local
Com a indicação precisa do animal, os policiais civis e militares realizaram a vistoria minuciosa do imóvel abandonado. No local, as equipes contabilizaram um montante expressivo de produtos prontos para a comercialização ilegal nas ruas da Grande São Paulo.
A operação contabilizou a apreensão de 8,451 quilos de maconha, que estavam separados em 1.172 porções individuais prontas para a venda. Além disso, foram recolhidos 356 gramas de crack, distribuídos em 70 porções, acompanhados por duas balanças de precisão e diversos materiais utilizados para embalar os entorpecentes.
Investigação e encaminhamento à polícia judiciária
Todo o material ilícito recolhido no Jardim Alvorada foi devidamente catalogado e apresentado às autoridades competentes para a continuidade das apurações. Entre os itens recolhidos pelos agentes, encontrava-se também um comprovante de importação em nome de um homem, documento que passará por perícia para tentar identificar possíveis envolvidos na rede criminosa.
A ocorrência foi formalmente registrada e encaminhada ao 6º Distrito Policial, unidade responsável por conduzir as diligências e os trâmites legais da Polícia Judiciária. Para entender mais sobre o trabalho das forças de segurança e acompanhar outras notícias relevantes do estado, visite a cobertura completa do Portal de Comunicação da PMESP.




