O grupo de trabalho do Legislativo irá ainda investigar empresas por suposta evasão fiscal.
REQUERIMENTOS – Instalada no dia 27 de outubro na Câmara, a Comissão já ouviu subprefeitos da Sé, Mooca, Vila Mariana e Pinheiros e o comando da GCM. Além disso, os parlamentares que integram a CPI da Pirataria aprovaram 15 requerimentos.
Cinco deles intimam a presença de empresários que atuam na capital paulista e outros dez documentos convidam para oitivas representantes da Prefeitura de São Paulo, do Ipem (Instituto de Pesos e Medidas) e do PROCON, bem como do delegado titular da 1ª Delegacia Seccional de Polícia Centro e ex-subprefeitos.
Alessandro Guedes reforça que outros subprefeitos também devem ser ouvidos. “O problema está espalhado nos quatro cantos da cidade e por isso poderão ser convidados os 32 subprefeitos. Começamos com os quatro gestores para entender como a cidade está trabalhando na região central e depois discutir o espalhamento dos convites para a periferia”, explicou.
O vereador ressaltou que o convite aos subprefeitos é devido às áreas de atuação com maiores problemas nesse sentido. “São os subprefeitos com atuação nas áreas da Paulista, Jabaquara, Sé, Brás e Mooca, onde se concentra a maior parte das ocorrências”, aponta.
O comandante geral da GCM, inspetor superintendente Agapito Marques, explicou durante audiência na CPI no dia 3 de novembro que o efetivo da Guarda Civil Metropolitana na capital paulista soma 6.895 guardas. Deste total, 1.200 atuam na área central.
“Em suma, a função da GCM é de apoio aos órgãos municipais. Então, toda vez que vai haver ação da Subprefeitura com relação à pirataria, fazemos todo o planejamento e fornecemos o policiamento necessário para a proteção dos agentes e do local da operação”, completou o comandante.
TRABALHOS – As reuniões da CPI da Pirataria ocorrem às quartas-feiras, das 12h às 14h. O grupo tem como presidente o vereador Camilo Cristófaro, relator Isac Félix e sub-relator Rodrigo Goulart.




