Subprefeitura Itaquera anuncia implantação de Jardim de Chuva

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Local escolhido é ponto que costuma alagar em períodos de chuva
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Terça-feira, dia 14 de setembro. O trânsito na avenida Nagib Farah Maluf está mais lento que o habitual. “Estamos construindo um jardim de chuva” informa a Subprefeita de Itaquera Silvia Regina de Almeida que estava em uma ilha de retorno na altura do número 1400 da avenida acompanhando o inicio da obra. O local está sendo adaptado para receber o jardim que “vai ajudar a diminuir os alagamentos que ocorrem nos períodos de chuvas permitindo que a água escoe por zonas de captação e se infiltre na terra” explica a gestora. Será o primeiro jardim de chuva implantado na região. Segundo a subprefeita, outros serão implantados para diminuir os pontos de alagamentos e evitar transtornos nos períodos de chuva.

As chuvas de verão costumam castigar regiões urbanas por causa da permeabilidade do solo. Sem terra para ser absorvida, a água corre pelo   meio fio das calçadas e se acumula nas partes mais baixas causando inundações, enchentes e alagamentos que atrapalham o fluxo em vários pontos da cidade.

A função do jardim de chuva é filtrar a água para uma rede de drenagem subterrânea evitando que se acumule na superfície. Além de funcionar como um recipiente, um captador de água. Além de ajudar a alimentar o lençol freático, aumentando a impermeabilidade do solo, os jardins de chuva são autossuficientes por reter a água por um tempo até que seja absorvida pelo solo.

 

     POR DENTRO DO QUE ACONTECE NA REGIÃO

Você sabia que para manter todo o trabalho de despoluição do Córrego Macela do Campo são realizadas ações de governança que envolve moradores do entorno, Subprefeitura Itaquera, Sabesp e a Corpus, empresa de Saneamento e Obras? Pois bem, o objetivo dessa importante parceria é manter limpas as margens do curso d’ água, eliminar pontos de descarte de entulho e lixo e promover benfeitorias como a que aconteceu no último dia 10 de setembro com plantio de mudas de árvores, revitalização de área verde e pintura dos bueiros. O local também ganhou um espelho que leva a população a refletir sobre quem pode ajudar a despoluir os rios da nossa cidade.

Atualmente, a DBO – Demanda Biológica de Oxigênio, indicador utilizado para medir a despoluição de corpos d’água, está em 15 mg/L, bem abaixo do limite máximo estabelecido que é de 30 mg/L.

 

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