Rock in Rio 2026 prepara esquema de segurança com mais de 7 mil agentes e tecnologia de ponta

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Rock in Rio 2026 terá 7,6 mil agentes de segurança, drones e reconhecimento facial para garantir a tranquilidade de 700 mil pessoas.
Rock in Rio 2026 prepara esquema de segurança com mais de 7 mil agentes e tecnologia de ponta
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Tecnologia e monitoramento aéreo no festival

O Rock in Rio 2026, um dos maiores eventos musicais do mundo, contará com um robusto esquema de segurança para receber um público estimado em mais de 700 mil pessoas. O governo do Estado do Rio de Janeiro detalhou, nesta sexta-feira (28), que a operação envolverá um contingente total de 7.680 agentes, integrando efetivos das polícias Militar e Civil, além de equipes da Lei Seca e do Corpo de Bombeiros. As ações serão concentradas no entorno da Cidade do Rock, localizada na Barra da Tijuca, zona oeste da capital fluminense.

Uma das principais inovações desta edição é o uso intensivo de tecnologia. Pela primeira vez, a Secretaria de Estado de Segurança Pública utilizará drones para o monitoramento do espaço aéreo sobre a área do festival. Além disso, o evento contará com câmeras equipadas com sistemas de reconhecimento facial e identificação automática de placas de veículos, visando aumentar a agilidade na identificação de ocorrências e na gestão do fluxo de pessoas e automóveis durante os dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro.

Mobilização da Polícia Militar e controle de acesso

A Polícia Militar será a força com maior presença no terreno, mobilizando 4,5 mil agentes. A estratégia operacional inclui o uso de 177 viaturas terrestres e a instalação de oito torres de observação, que permitirão uma visão privilegiada de pontos críticos. Para garantir a fluidez e a segurança, seis pontos de bloqueio serão montados nas principais vias de acesso que levam à Cidade do Rock.

O comando central das operações será realizado a partir do Centro Integrado de Comando e Controle Móvel, que ficará posicionado estrategicamente no BRT Parque Olímpico. Segundo as autoridades, o monitoramento constante do espaço aéreo é uma prioridade, e o uso de drones não autorizados poderá resultar em responsabilização legal dos operadores, em estrita conformidade com a legislação vigente.

Manutenção do policiamento nas comunidades

Diante da magnitude do evento, a preocupação com a segurança das áreas adjacentes foi um ponto central no planejamento. A Polícia Militar assegurou que o deslocamento de tropas para o festival não causará desassistência em outras regiões da cidade. Em nota oficial, a corporação destacou que comunidades como Cidade de Deus, Gardênia Azul, Muzema e Morro do Banco continuarão sendo atendidas pelas estratégias de segurança já estabelecidas.

O trabalho será realizado de forma integrada, unindo o efetivo dos batalhões de área com o suporte de forças especiais. O objetivo é garantir que o impacto do festival na rotina urbana do Rio de Janeiro seja controlado, permitindo que o público aproveite as atrações musicais com tranquilidade, enquanto a segurança pública mantém sua capacidade operacional em toda a região metropolitana. Para mais informações sobre o evento e atualizações sobre o cotidiano carioca, continue acompanhando o Fato Paulista, seu portal de referência em notícias com credibilidade e contexto.

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