A vida e o legado de Preta Gil, uma das vozes mais marcantes da música brasileira e um ícone de resiliência, serão celebrados em um documentário emocionante que a Globo exibe nesta segunda-feira, 20 de julho de 2026. Intitulado “Preta – Eu não ando só”, o filme promete mergulhar nos últimos meses da artista, reunindo depoimentos de amigos e familiares que testemunharam sua trajetória de luta e alegria. Entre as revelações que prometem tocar o público, está uma divertida e inusitada história compartilhada por Luciano Huck, que recordou um “presente de boas-vindas” que recebeu da cantora.
O documentário, que também estará disponível no catálogo do Globoplay, é parte de um projeto maior de homenagem à artista, que nos deixou em 20 de julho de 2025, aos 50 anos, em Nova York. A produção não apenas revisita momentos cruciais de sua vida, mas também destaca a força de suas amizades e o impacto que ela teve na vida de tantas pessoas, tanto no cenário artístico quanto entre seus fãs.
A homenagem a Preta Gil: documentário e legado
“Preta – Eu não ando só” se propõe a ser mais do que um registro biográfico; é um tributo à essência de Preta Gil. O filme convida o público a revisitar a jornada da cantora, desde seus primeiros passos na música até sua batalha corajosa contra o câncer colorretal. A produção é enriquecida por depoimentos de personalidades que fizeram parte de sua vida íntima e profissional, como Carolina Dieckmann, Ivete Sangalo, Regina Casé, Gilberto Gil, Francisco Gil, Gominho, Ana Carolina, Caetano Veloso, Marina Morena, Ju de Paula, Sol de Maria e Maria Gil. Cada um, à sua maneira, contribui para pintar um retrato multifacetado da artista, revelando sua generosidade, seu humor e sua inabalável força de espírito.
A relevância do documentário transcende o entretenimento, funcionando como um importante registro cultural e social. Ele não só celebra a memória de Preta Gil, mas também aborda temas como amizade, superação e a importância de viver intensamente, mesmo diante das adversidades. A exibição na Globo e no Globoplay garante que sua história e suas mensagens alcancem um público amplo, perpetuando seu legado para novas gerações.
O inusitado presente de boas-vindas de Preta Gil
Um dos momentos mais leves e divertidos do documentário é o depoimento de Luciano Huck. O apresentador da Globo relembrou um episódio ocorrido quando ele tinha 28 anos e Preta Gil, cerca de 25, logo após sua mudança para o Rio de Janeiro. Segundo informações divulgadas pela Veja, Huck contou que a cantora o surpreendeu com um presente de aniversário bastante peculiar: um beijo triplo.
“Vou contar uma coisa. Eu com 28 anos, a Preta devia ter 25. E aí meu presente de aniversário foi um beijo triplo”, revelou Huck, em tom de bom humor. Ele explicou que o gesto era uma forma de “boas-vindas” à cidade, marcando o início de uma nova fase em sua vida. Questionado sobre a identidade da terceira pessoa envolvida no beijo, o apresentador demonstrou certo constrangimento, brincando que não se lembrava dos detalhes da noite. “Eu não lembro, foi no final da noite”, disse, ressaltando que ele era a terceira pessoa e não conseguia recordar quem eram as outras duas. A anedota, embora descontraída, sublinha a espontaneidade e a alegria que permeavam a amizade entre os dois artistas.
A batalha e o legado de Preta Gil
A trajetória de Preta Gil foi marcada não apenas por sucessos musicais e carisma, mas também por uma corajosa batalha contra o câncer. Em janeiro de 2023, a cantora foi diagnosticada com câncer colorretal. Após um período de tratamento e a remoção do tumor, a doença retornou em agosto de 2024. No final do mesmo ano, novos tumores foram identificados em quatro locais distintos: dois linfonodos, uma metástase no peritônio e um nódulo no ureter, conforme noticiado pela Quem. Sua luta pública contra a doença a transformou em um símbolo de força e esperança para muitos, inspirando milhares de pessoas a buscarem diagnóstico precoce e a enfrentarem suas próprias batalhas com dignidade.
Além do documentário “Preta – Eu não ando só”, o projeto “Quanto Mais Preta Melhor” inclui a série documental “Meu Nome é Preta”, que também integra o catálogo do Globoplay. Essas produções são um testemunho da riqueza de sua carreira e da profundidade de seu impacto cultural. A memória de Preta Gil, com sua voz potente e sua personalidade vibrante, continua a ecoar, reforçando a importância de sua arte e de sua mensagem de amor e aceitação.
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