GDF libera aulas em escolas particulares do DF que não servirão como locais de votação em outubro

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GDF altera decreto e escolas privadas que não são locais de votação manterão aulas normais nos dias 2 e 23 de outubro de 2026.
GDF libera aulas em escolas particulares do DF que não servirão como locais de votação em outubro
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O governo do Distrito Federal (GDF) oficializou uma mudança importante no calendário escolar para as próximas eleições. Por meio de um decreto publicado no Diário Oficial do DF na segunda-feira (21), a administração local flexibilizou a suspensão das atividades letens que havia sido estabelecida anteriormente para as sextas-feiras que antecedem os turnos de votação, marcados para os dias 2 e 23 de outubro de 2026.

Regras para instituições particulares e públicas

Com a nova determinação, as escolas da rede privada que não foram designadas pela Justiça Eleitoral como locais de votação estão autorizadas a manter o funcionamento regular. A medida visa minimizar o impacto no cronograma pedagógico dessas instituições, permitindo que alunos e professores sigam com as atividades escolares sem interrupções nas datas mencionadas.

A situação, contudo, permanece distinta para outros segmentos da educação. As escolas da rede pública de ensino mantêm a suspensão das aulas nos dias 2 e 23 de outubro, seguindo o planejamento original. O mesmo se aplica às unidades particulares que, por sua infraestrutura, foram requisitadas para servir como locais de votação, sendo necessário o fechamento para a preparação dos espaços pela Justiça Eleitoral.

Logística e reposição de conteúdo

A decisão anterior, que previa a paralisação total das atividades em toda a rede de ensino do Distrito Federal, foi revista para otimizar a logística do pleito sem prejudicar desnecessariamente o ano letivo. Vale ressaltar que, caso não haja a necessidade de um segundo turno, a suspensão prevista para o dia 23 de outubro será automaticamente cancelada, normalizando o calendário escolar.

Para as instituições que terão as aulas interrompidas, a reposição da carga horária segue normas específicas. Na rede pública, o cronograma de compensação dos dias letivos deve ser definido e orientado pela Secretaria de Estado de Educação. Já no setor privado, a autonomia para organizar a reposição das horas-aula fica a critério de cada unidade de ensino, desde que respeitadas as diretrizes educacionais vigentes.

É importante destacar que as creches, que atendem a uma parcela sensível da população escolar, permanecem com suas atividades inalteradas, garantindo o suporte às famílias durante o período eleitoral. O Fato Paulista segue acompanhando as atualizações sobre o calendário escolar e os desdobramentos das eleições de 2026, mantendo você informado com credibilidade e o compromisso de levar sempre o contexto completo dos fatos que impactam o dia a dia da população.

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