Tem sido cada vez mais comum encontrar notícias sobre governos, empresas e organizações que promovem algum tipo de ação com o objetivo de preservar recursos naturais, reduzir as emissões de gases de efeito estufa e estimular atitudes de fato sustentáveis. Mas, diferentemente do que muitas pessoas acreditam, cada cidadão também pode contribuir para cuidar do meio ambiente, e de forma bastante simples. Para isso, basta mudar alguns pequenos hábitos.
Pensar antes de comprar alguma coisa, por exemplo, é uma dessas mudanças. Quando uma nova estação está chegando, e é o caso do inverno que se aproxima, será que é preciso realmente comprar roupas novas? Essa é uma pergunta que todas as pessoas deveriam fazer a si mesmas. Provavelmente, itens do ano passado que estão no armário são suficientes para enfrentar a mudança climática e de temperatura.
A mesma pergunta precisa ser feita com relação a qualquer bem – durável ou não. Não são raros os casos em que diversos produtos estragam porque a pessoa simplesmente ignorou o prazo de validade, seja no momento da compra ou quando guardou o produto no armário ou geladeira.
Considerando que muitas pessoas ainda passam fome, se por acaso perceber que algum alimento está perto de “vencer” ou estragar e no curto prazo você não irá prepará-lo, pense em doar para alguma entidade assistencial ou uma família necessitada.
Para bens caros e que desvalorizam rapidamente, faz ainda mais sentido parar e pensar antes de desembolsar um dinheiro que poderia ser usado de outra forma. Muitas pessoas trocam de celular, computador e televisores com os produtos ainda funcionando perfeitamente, mas a vontade de ter a posse de um modelo parece que fala mais alto. O resultado disso é que o planeta está repleto de lixo eletrônico.
O que acontece com frequência é uma pessoa comprar um produto – pode ser um fone de ouvido, pente, escova de dente etc. – porque precisava dele, mas não o encontrou em casa ou no escritório. Para evitar que isso aconteça, de tempos em tempos é preciso manter armários e gavetas organizados, liberar espaço em casa e no escritório.
Nesse processo, ao encontrar coisas que não mais interessam, é indicado separar e doar, trocar ou até mesmo vender o item. Ficar com algo em casa que não tem utilidade de fato não faz muito sentido.
Por fim, ao descartar os resíduos gerados em sua residência, não esqueça de separar os materiais recicláveis, como embalagens, garrafas, latas e vidros; e disponibilizá-los para que sejam recolhidos pelos caminhões da coleta seletiva, que passam em dias diferentes dos veículos da coleta de resíduos comum.
Nas zonas sul e leste de São Paulo, tanto a coleta seletiva quanto a domiciliar são realizadas pela concessionária Ecourbis Ambiental. Para saber o dia e horário em que cada um dos serviços é prestado, entre no site www.ecourbis.com.br.