Por conta do aumento das temperaturas e período de alta incidência de chuvas, a prefeitura da capital reforça o alerta das medidas de prevenção.
A principal delas é evitar qualquer reservatório de água parada sem proteção em casa. O mosquito pode usar como criadouros grandes espaços, como caixas d’água e piscinas abertas, até pequenos objetos, como tampas de garrafa e vasos de planta.
A dengue é uma doença sazonal e apresenta maior transmissão em alguns anos. Segundo dados da gestão municipal, 2019 foi o último ano com epidemia na cidade.
Os meses de março e abril apresentam maior incidência de casos, por conta de fatores ambientais.
O mosquito pode estar presente em caixa d’água mal tampada, no carro abandonado e sem vidros que pode acumular água e no lixo abandonado nas ruas e calçadas, que provocam poças de água.
Em 2021, a secretaria municipal de Saúde não registrou nenhuma morte por dengue na capital mas, com as chuvas, e com tantos meios de o mosquito se reproduzir, a dengue voltou a preocupar. No estado, houve uma morte no ano passado.
Em 2019, foram, ao todo, 16.966 casos, caindo para 2.026 em 2020, o primeiro ano da pandemia de Covid-19, foram 2.026 casos, pulando para 7.375 em 2021, segundo a secretaria municipal de Saúde.




