Brasil brilha no Mundial Paralímpico de Judô com três medalhas de ouro em Tbilisi

PUBLICIDADE
Brasil conquista três ouros no Mundial Paralímpico de Judô em Tbilisi. Alana Maldonado, Arthur Silva e Brenda Freitas lideram o pódio brasileiro.
Brasil brilha no Mundial Paralímpico de Judô com três medalhas de ouro em Tbilisi
PUBLICIDADE

O judô paralímpico brasileiro consolidou sua hegemonia no cenário internacional ao conquistar três medalhas de ouro no segundo dia do Campeonato Mundial, realizado em Tbilisi, na Geórgia. Com uma performance dominante neste sábado (26), a delegação nacional reforçou seu protagonismo na modalidade, acumulando um total de dez medalhas na competição até o momento, sendo cinco de prata e duas de bronze, além dos três títulos conquistados.

Consolidação do judô paralímpico brasileiro

A campanha brasileira em solo georgiano reflete o alto nível técnico dos atletas, que seguem mantendo o país no topo do pódio das principais competições globais. O desempenho expressivo em Tbilisi reafirma o trabalho de base e o investimento contínuo na modalidade, que tem colhido frutos constantes desde os Jogos Paralímpicos de Paris 2024. A competição, que se encerra neste domingo (27) com as disputas por equipes, serve como um termômetro importante para o ciclo esportivo atual.

Alana Maldonado e o domínio na categoria até 70 kg

O grande destaque do dia foi a judoca paulista Alana Maldonado. Referência absoluta na classe J2, destinada a atletas com baixa visão, a bicampeã paralímpica provou mais uma vez sua resiliência ao conquistar o quarto título mundial de sua carreira. Em uma final eletrizante contra a cazaque Ayala Mereke, a decisão foi levada ao golden score. Com precisão técnica, Maldonado garantiu a vitória por um wazari, demonstrando por que é considerada uma das maiores atletas da história do judô paralímpico.

Bicampeonatos e novas conquistas

Além de Alana Maldonado, outros nomes de peso confirmaram o favoritismo. Arthur Silva, competindo na classe J1 (cegos) até 95 kg, garantiu o bicampeonato mundial consecutivo. O potiguar, que já havia subido ao lugar mais alto do pódio em Astana, no Cazaquistão, em 2025, superou o britânico Daniel Powell também por um wazari, mantendo a consistência que o levou ao ouro em Paris 2024.

O terceiro ouro do dia veio pelas mãos de Brenda Freitas. Na categoria até 70 kg da classe J1, a judoca não deu chances à chinesa Wang Wenjing. Com um ippon fulminante em menos de um minuto de luta, Freitas defendeu com sucesso o título conquistado no ano anterior, consolidando seu nome na elite mundial da categoria.

Resultados e o futuro da modalidade

A lista de medalhistas brasileiros no sábado foi completada por outros nomes que reforçam a força do grupo. Milena Freitas conquistou a prata na classe J1 (acima de 70 kg), enquanto Marcelo Casanova também subiu ao segundo degrau do pódio na classe J2 (até 95 kg). As medalhas de bronze ficaram com Rebeca Silva (classe J2, acima de 70 kg) e Felipe Amorim (classe J2, até 95 kg). Para acompanhar os desdobramentos do encerramento do torneio e outras notícias do esporte nacional, continue navegando pelo Fato Paulista, seu portal de referência em informações relevantes e atualizadas.

PUBLICIDADE

Deixe um Comentário