
A sensei – que também é psicopedagoga – é a idealizadora e coordenadora do Projeto Futsuro Parakobudo Novo Olhar Inclusão e ainda promove a inserção do kobudo tradicional (Okinawa) à adultos, crianças e melhor idade.
Na Zona Leste o projeto está acontecendo em dois locais: na ASMUCO (Associação de Moradores da Cohab 2) e na Academia Cross Fênix no centro de Itaquera.
Agora o projeto está pouco a pouco sendo viabilizado para ser implantado em outras regiões. Dias atras a coordenadora geral do projeto, sensei Herta Martins esteve reunida em Mogi das Cruzes com um grupo de mães que fazem parte do Instituto Transforma, quando apresentou os benefícios do parakobudo atrelado a psicomotricidade positiva.

Através de uma palestra explicativa e oficinas com as mães e pais das crianças pcds da região de Mogi das Cruzes, foi levada a esperança de uma multiplicidade entre o esporte e a rotina diária de cada criança, incentivando a naturalidade e superação, contribuindo assim para um dia a dia com maior integração e sociabilidade.
Também participaram desta visita os instrutores de parakobudo Ana e Paulo Biasioli.
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Face HertaMartins
Depoimento da semana

O Fato Paulista On-Line ouviu a mãe do paratleta, Alex Felipe dos Passos Faria de 13 anos. Ele tem síndrome de down. A mãe Ana Lúcia __ falou sobre a evolução do filho depois que começou a praticar o parakobudo.
“Depois que o Felipe começou a praticar o Kobudo, melhorou muito a sua concentração, a atenção aos comandos e a sua coordenação motora e linda evolução. A superação por realizar movimentos que antes ele não conseguia. Ajudou muito a sua autoestima e confiança”, destacou.
Ela relata ainda que o jovem atleta começou a interagir mais e passou a se socializar melhor em outros lugares também. Nitidamente feliz com o resultado a guerreira mãe contou que: “ao chegar nos treinos, ele gosta de cumprimentar todos que estão lá, ele ficou mais comunicativo, pois passou a conviver com pessoas que não é somente do seu ambiente familiar e com isso passou a se socializar melhor onde estiver”.
Segundo ela o Felipe passou a ser mais confiante para fazer os movimentos e as atividades em grupo, que antes era difícil de ser realizado. “Ele se negava a fazer, ficava bravo e não queria participar. Aos poucos ele foi se soltando principalmente por ver as outras crianças fazendo os movimentos”, comemora.

Mas alerta sobre a necessidade de maior apoio por parte do Poder Público.
“O projeto Futsuro, auxiliou na coordenação motora, atenção dos movimentos individual e em grupo, a convivência com outras crianças e ações diversas para uma melhor coordenação. Sou muito grata ao Projeto Futsuro e a Sensei Herta pelo seu empenho e dedicação aos paratletas e seus familiares”, finaliza.




