Dicas para passar na perícia do INSS

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Certamente você já ouviu alguém dizendo que não conseguiu passar na perícia do INSS para fins de receber algum benefício, ou ainda você mesmo pode estar passando por uma situação semelhante.
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As vezes você enfrenta uma titânica luta para marcar a perícia e por um motivo ou outro o médico perito não acolhe o seu pedido. Como ninguém você sabe a sua situação. Senti as dores, sabe da dificuldade em se locomover e se vê numa situação de calvário sem fim e mesmo assim ouve o seu benefício ser negado.

advogada previdenciária Dra. Rosana Souza

Muitas vezes são nos detalhes que o benefício acaba sendo indeferido e por este motivo o Fato Paulista On-Line, ouviu quem entende do tema e pode auxiliar com orientações que podem ser de grande valia.

“A perícia médica do INSS é decisiva para a concessão de benefícios por incapacidade. Por essa razão, a preparação antes da perícia é imprescindível para que o segurado tenha sucesso”, é o que explica a Dra. Rosana Souza, advogada especializada em questões previdenciárias. Ela também é vice-presidente do Departamento da Terceira Idade da Acaapesp (Associação dos Consultores, Assessores e Articuladores Políticos do Estado de São Paulo).

Ela aponta quatro dicas simples que podem sim ajudar para que o segurado tenha o seu pedido deferido. “Separar e organizar os documentos podem fazer toda a diferença, razão pela qual preparei 4 dicas sobre os documentos que podem ajudar nesta fase”, comenta.

 

1- Levar no dia da perícia, documentos médicos atuais, organizados da seguinte forma: a) Separados por CID/CIF e b) Dentro dessa primeira separação, observar a ordem cronológica (de data de emissão do documento). C) Neste momento, vale utilizar-se de post-it colorido com as indicações necessárias, assim o perito consegue se localizar facilmente.

2 – Relatório médico detalhado explicando, expressamente, a INCAPACIDADE, que o segurado tem, se total ou temporária, se total ou permanente, se parcial e permanente. Caso a doença não gere a incapacidade, mas o tratamento sim, precisa estar nesse relatório. TEM QUE ESTAR ESCRITO!

3 – Além dos documentos pessoais (RG e CPF) e a carteira de trabalho, se for empregado, lembre-se de levar a declaração de último dia trabalhado emitida pelo empregador.

4 – Leve os laudos dos exames médicos, as receitas médicas e até mesmo os medicamentos que está fazendo uso. Relatórios de outros profissionais que acompanham o tratamento são muito importantes como fisioterapeuta, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, psicólogo, nutricionista, entre outros

Dr. Erinaldo Gomes

Dúvidas quanto a este tema e demais questões previdenciárias podem ser sanadas diretamente com dra. Rosana Souza ou com o presidente do Departamento da Terceira Idade, Dr. Erinaldo Gomes. Todos os sábados entre as 8h30 e 12h30 eles atendem no Plantão de Dúvidas na sede nacional da Acaapesp, que fica na rua Refinaria de Mataripe, 428 em Vila Antonieta.

Vale citar que o departamento da Terceira Idade da Acaapesp conta com o apoio do diretor Uilian Santos e demais integrantes da diretoria executiva desta entidade, que é considerada uma das maiores e mais representativas entidades classistas do Brasil com mais de 100 sedes regionais espalhadas em todo o território nacional.

 

 

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