E o raciocínio é simples: ‘enquanto o artista faz arte, enquanto o poeta rima em suas estrofes, não está sendo intolerante e cometendo atos de violência. Simples assim!’.
Certa vez Osvaldo Montenegro em uma de suas obras proclamou: “que a arte nos aponte uma resposta”. E em busca de respostas sempre surgem poetas, escritores e pintores. Um grato exemplo é o escritor e poeta Marcos Olavo, que transmite todo o romantismo oriundo de sua brasilidade através de suas eruditas obras poéticas.
Desde de 2017 ele tem recebido o merecido destaque, mesmo ano que lançou Mel Flor, que segundo informou ao Fato Paulista a obra, “vislumbra a ideia de poesias românticas, experimentando uma forma gritante neste livro”.
O ano foi de muita inspiração para este poeta que dignifica as periferias, e também em 2017, lançou O Poeta e o Tempo. “Este trabalho mergulha em toda minha coragem em poesias românticas e líricas’, explica.
Em 2020, nasce o Cálice de Versos o terceiro trabalho literário de poesias. Vale destacar que o autor sempre se refere a cada nova obra como ‘nascimento’, faz questão de destacar que considera cada novo trabalho um novo filho.
Durante a concepção desta obra, o autor conta que “viveu momentos confusos nas relações que tivera. Não estando contente decidiu escrever sua própria antologia poética”.
Nos últimos meses Marcos Olavo tem enveredado pelas artes plásticas levando todo o seu talento e sensibilidade para as telas que tem produzido. Novidades vêm por aí.




