Como o governo estadual acolhe imigrantes e refugiados vulneráveis em SP

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Saiba como o Governo de SP oferece acolhimento institucional e suporte integral a migrantes e refugiados vulneráveis nas Casas de Passagem.
Como o governo estadual acolhe imigrantes e refugiados vulneráveis em SP
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O Governo de SP, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo (SEDS), mantém serviços essenciais de acolhimento institucional voltados para migrantes, refugiados, solicitantes de refúgio e vítimas de tráfico humano. A iniciativa busca oferecer proteção integral e reconstrução de autonomia para pessoas em situação de extrema vulnerabilidade social.

O recomeço em outro país costuma ser um processo doloroso e repleto de barreiras, como o desconhecimento do idioma local e a falta de documentação regularizada. Para mitigar essas dificuldades, as unidades contam com equipes multidisciplinares preparadas para prestar suporte jurídico, social e psicológico aos acolhidos.

Estrutura e funcionamento das unidades de acolhimento

Com capacidade conjunta para 200 pessoas, as Casas de Passagem Terra Nova II e III operam ininterruptamente em Guarulhos e Cotia. Os espaços oferecem atividades pedagógicas, culturais e de fortalecimento de vínculos comunitários.

Os assistidos recebem suporte para emissão de documentos, aprendizado da língua portuguesa e encaminhamento direto para oportunidades no mercado de trabalho. O tempo médio de permanência nos locais é de 90 dias, podendo ser estendido conforme avaliação técnica da equipe responsável.

Perfil dos atendidos e parcerias estratégicas

As principais nacionalidades identificadas nos abrigos incluem venezuelanos, bolivianos, afegãos, nigerianos e marroquinos. O fluxo de atendimento é alimentado por articulações com órgãos como a Organização das Nações Unidas (ONU) e a rede socioassistencial municipal.

Desde 2023, mais de 6,4 mil pessoas recorreram à rede de apoio estadual. No mesmo período, o investimento voltado à implantação e manutenção dos espaços alcançou R$ 34,9 milhões.

Histórias de superação e integração social

Histórias como a do casal Mohamed e Sarah ilustram o impacto prático do programa na vida dos imigrantes. Após deixarem o país de origem para fugir da violência, ambos encontraram suporte na unidade de Cotia para inserir os filhos na escola e ingressar no mercado de trabalho local.

Além das unidades de passagem, a rede estadual e municipal disponibiliza vagas em repúblicas específicas para o público migrante. Continue acompanhando o Fato Paulista para se manter informado sobre políticas públicas, direitos sociais e os principais acontecimentos do estado e do país com apuração rigorosa e compromisso com a verdade.

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