Governo de SP libera recursos para facilitar compra da Casa própria

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Governo de SP libera R$ 1,7 milhão em subsídios habitacionais para famílias de baixa renda comprarem o primeiro imóvel no interior.
Governo de SP libera recursos para facilitar compra da Casa própria
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O programa Casa Paulista, vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SDUH), liberou aproximadamente R$ 1,7 milhão para apoiar famílias de baixa renda na conquista do primeiro imóvel. Os recursos foram disponibilizados em mais uma edição do feirão promovido pela iniciativa, que ocorre em municípios do interior paulista até a próxima segunda-feira (9).

A iniciativa busca reduzir o déficit habitacional e facilitar o acesso à moradia digna por meio de cartas de crédito concedidas a fundo perdido. O suporte financeiro serve como complemento para a aquisição da residência, viabilizando o fechamento do negócio junto aos agentes financeiros.

Distribuição das cartas de crédito no interior

Durante esta edição do evento, são ofertadas 155 cartas de crédito para famílias que cumprem os requisitos estabelecidos pelo programa estadual. A divisão dos recursos contempla diferentes municípios com valores ajustados conforme a demanda local.

Para a cidade de São José do Rio Preto, foram destinadas 16 cartas no valor de R$ 13 mil cada. Já em São Carlos, o montante assegura 84 cheques de R$ 11 mil. Nos municípios de Bady Bassitt e Birigui, com 35 e 20 unidades respectivamente, os subsídios unitários atingem a marca de R$ 10 mil.

Os atendimentos presenciais ocorrem em pontos estratégicos definidos pelas prefeituras e organizadores locais, reunindo construtoras, agentes financeiros e os cidadãos interessados em simular e fechar a compra dos imóveis.

Requisitos e regras para participação

Para ter direito ao subsídio do programa Casa Paulista, os candidatos precisam cumprir uma série de exigências rigorosas. Entre os critérios obrigatórios estão:

  • Possuir renda familiar de até três salários mínimos;
  • Não possuir imóvel registrado no próprio nome;
  • Não contar com financiamento imobiliário ativo em nenhum outro banco;
  • Não ter sido beneficiado anteriormente por programas habitacionais públicos.

Os empreendimentos ofertados pelas construtoras precisam estar devidamente contratados junto à Caixa Econômica Federal e contar com financiamento através do FGTS, garantindo segurança jurídica e estrutural para os novos proprietários.

Balanço e impacto socioeconômico

Desde o início da atual gestão estadual, o programa habitacional já viabilizou a entrega de milhares de moradias na modalidade de carta de crédito imobiliário. Os aportes financeiros do governo geram reflexos diretos na movimentação da cadeia da construção civil e na geração de empregos locais.

Dados da pasta responsável apontam que a faixa salarial média das famílias atendidas fica abaixo do teto exigido pelo financiamento tradicional do FGTS, evidenciando o foco em faixas populacionais de maior vulnerabilidade social.

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