A Prefeitura de São Paulo vem enfrentando vários problemas com a Enel, que se intensificaram a partir do dia 3 de novembro de 2023, quando milhares de munícipes foram submetidos a um apagão de energia após um vendaval com mais de 100 km/h que atingiu a cidade.
Por esse motivo, o prefeito Ricardo Nunes pediu à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) o cancelamento do contrato de concessão da energia elétrica da cidade de São Paulo com a Enel. Por ser uma empresa sob concessão federal, a Enel é submetida às regras da Aneel, agência federal que faz a regulação e a fiscalização das concessionárias de energia.
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A Justiça autorizou também a Prefeitura a fazer o monitoramento por GPS dos veículos que transportam as equipes da Enel destacadas para atendimentos emergenciais para que a gestão municipal faça o monitoramento em tempo real.
Em sua decisão, a juíza Gisela Aguiar Wanderley diz que, em relação ao compartilhamento de dados via GPS, “caberá à concessionária priorizar o atendimento aos casos emergenciais com veículos já equipados com equipamento de GPS (ou equivalente)”.
A juíza determinou ainda que a empresa informe quanto tempo levou, quantas equipes disponibilizou para atendimento e quais os tamanhos delas.
A Prefeitura de São Paulo vem enfrentando vários problemas com a Enel, que se intensificaram a partir do dia 3 de novembro de 2023, quando milhares de munícipes foram submetidos a um apagão de energia após um vendaval com mais de 100 km/h que atingiu a cidade.
No dia 9 de novembro, a Prefeitura entrou com uma ação na Justiça obrigando a Enel a apresentar um plano de contingência e um cronograma preventivo para o período de chuvas. A Justiça decidiu a favor da Prefeitura no dia seguinte.
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