Edifício Martinelli, 1º arranha-céu de SP, pode virar espaço para bar e festas

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Prefeitura fechou contrato de R$ 61,3 milhões com a empresa. Concessão durará por 15 anos.
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O Grupo Tokyo, venceu a licitação do Edifício Martinelli, o primeiro arranha-céu da cidade. Junior Passini, sócio do grupo, disse que pretende colocar um café, lojas e realizar shows e festas no local.

Antes da pandemia da Covid-19, o público podia visitar o terraço do Martinelli gratuitamente, com a concessão, Passini informou que pretende deixar a gratuidade somente durante dois dias da semana, de acordo com a demanda. O espaço está fechado para o público desde 2020.

Do terraço dá para ver: Catedral da Sé, Praça da Sé, Pateo do Colégio, Largo e Mosteiro de São Bento, Vale do Anhangabaú, Teatro Municipal, Edifício dos Correios, Viaduto do Chá, Viaduto Santa Ifigênia, Edifício Matarazzo e a sede da prefeitura.

O Martinelli é tombado pela classificação NP2 desde 1992, ou seja, características externas e elementos internos do local devem ser protegidos.

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