Terça, Agosto 22, 2017
redacao@fatopaulista.com.br / fatopaulista@hotmail.com Telefone: (11) 2849-1454 ::: Ano IX - Edição n º 253
Quinta, 03 Março 2016 09:05

São Paulo virou "indústria da multa"??

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Temos que cobrar ação correta dos administradores e dos Vereadores quanto ao uso do dinheiro das MULTAS.  Não vamos continuar nesta omissão, vamos reagir.

Quarta, 02 Março 2016 14:35

Polemizando - edição 236

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Nem vem que não tem
Olha que ao som de Wilson Simonal, este humilde gordo começa esta coluninha de quinta na pegada do “nem vem que não tem, para virar cinza minha brasa demora”. Para inspirar ainda mais, da minha mesa avisto o que para mim é legal e me remete a mais romântica das pilantragens. Na ordem da esquerda para a direita: umas bolachas do Raça Negra, do Seu Almir, do Benito de Paula, entre outras. Abaixo uma 3 e 1 National. Seguindo para esquerda uma máquina de costura daquelas bem antigas, uma lata de filme 18 mm da RioFilme (anos 70, que ganhei do meu ex-amigo cineasta João Luis de Brito Neto), duas máquinas fotográficas (uma Kodak e uma Canon de película), um troféu que ganhei da rapaziada do Bate Palma Ai, uma revista placar ano 1974 com o Fio Maravilha na capa. Calma ai tem mais: uma vitrolinha estilo maleta MotoRadio. Vejo ainda uma garrafa estilo barrigudinha com o rótulo Boteco do Dinho e algumas canecas de diversas Festas da Cerveja do Elite Itaquerense. Nesta toada não há como não ficar inspirado! Só faltou a cachaça, mas como estou tomando remédio... fazer o quê?

Apesar de tantas más notícias e de tantos problemas ambientais com os quais vimos nos defrontando ultimamente, a tecnologia voltada à busca de alternativas ambientalmente mais adequadas e inteligentes evolui de forma sistemática e vem apresentando ótimos resultados que contribuirão para mudanças importantes de paradigmas em diversos setores, sobretudo o energético e de gestão de resíduos. É claro que isso depende também da evolução da inteligência política de nossos governantes, ou - se isso não acontecer, o que é bem provável – ocorrerá em decorrência das formas atuais de exploração, processamento e utilização dos recursos naturais para geração de energia não serem mais viáveis, em razão do colapso da disponibilidade e, portanto, de seu alto custo econômico. Ou seja, a crise gerará a mudança. Como sempre.