Sábado, Outubro 21, 2017
redacao@fatopaulista.com.br / fatopaulista@hotmail.com Telefone: (11) 2849-1454 ::: Ano IX - Edição n º 255
Sexta, 01 Abril 2016 10:26

Polemizando - edição 237

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Zica brava
Nos anos 70/80 ele era uma dos grandes empresários de Itaquera e região. Tinha uma indústria, Alfa Romeu do ano, jato e lancha. Para falar com ele era necessário agendar horário, os políticos o paparicavam e se engalfinhavam em busca de um “tostão” de atenção por parte do mesmo. Mas... um belo dia resolveu voltar aos estudos e na Universidade Brás Cubas conheceu uma jovem a partir daí a sua vida virou de ponta cabeça e hoje não passa de uma caricatura de si mesmo. Já o Valter Feldman foi um dos grandes nomes da política paulista, fundador do PSDB e sempre cotado para a cabeça de chapa tucana, acabou saindo pela porta dos fundos do PSDB e hoje bem ao estilo “mui amigo” lhe deram uma “oportunidade” na CBF. Em Itaquera duas tiazinhas eram adjetivadas como as “grandes mulheres” do bairro eram detentoras de cargo público e eram paparicadas por todos e tinham o poder da caneta, uma tal de Beth Mostarda e uma que era chamada de Nem Tão Magra Assim, hoje estão esquecidas e fora da cena politica. O deputado e promotor Fernando Capez homem integro e também grande nome do PSDB e hoje está sendo citado no tal escândalo da bolacha das crianças. O que todos os citados têm em comum? Todos eles tiveram contato com a Pé Frio de Itaquera e contra estatísticas não podem existir contestações. É muita coincidência, todos tiveram a pé frio de Itaquera como Papagaio de Pirara e todos tiveram suas trajetórias mudadas.

Terça, 22 Março 2016 13:31

Informação e Ilusão

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O mundo está estranho. Parece que temos nos tornado cada vez menos afeitos a verdades. Acho que aprendemos isso com os políticos. Porque todos eles, em todas as partes do mundo, mentem. E o fazem porque as pessoas preferem ouvir aquilo que querem ouvir e não aquilo que é preciso ser dito. Fica, assim, mais fácil organizar em explicações simplistas as relações de nossa sociedade globalizada e altamente complexa.

Quinta, 03 Março 2016 09:05

São Paulo virou "indústria da multa"??

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Temos que cobrar ação correta dos administradores e dos Vereadores quanto ao uso do dinheiro das MULTAS.  Não vamos continuar nesta omissão, vamos reagir.

Quarta, 02 Março 2016 14:35

Polemizando - edição 236

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Nem vem que não tem
Olha que ao som de Wilson Simonal, este humilde gordo começa esta coluninha de quinta na pegada do “nem vem que não tem, para virar cinza minha brasa demora”. Para inspirar ainda mais, da minha mesa avisto o que para mim é legal e me remete a mais romântica das pilantragens. Na ordem da esquerda para a direita: umas bolachas do Raça Negra, do Seu Almir, do Benito de Paula, entre outras. Abaixo uma 3 e 1 National. Seguindo para esquerda uma máquina de costura daquelas bem antigas, uma lata de filme 18 mm da RioFilme (anos 70, que ganhei do meu ex-amigo cineasta João Luis de Brito Neto), duas máquinas fotográficas (uma Kodak e uma Canon de película), um troféu que ganhei da rapaziada do Bate Palma Ai, uma revista placar ano 1974 com o Fio Maravilha na capa. Calma ai tem mais: uma vitrolinha estilo maleta MotoRadio. Vejo ainda uma garrafa estilo barrigudinha com o rótulo Boteco do Dinho e algumas canecas de diversas Festas da Cerveja do Elite Itaquerense. Nesta toada não há como não ficar inspirado! Só faltou a cachaça, mas como estou tomando remédio... fazer o quê?

Apesar de tantas más notícias e de tantos problemas ambientais com os quais vimos nos defrontando ultimamente, a tecnologia voltada à busca de alternativas ambientalmente mais adequadas e inteligentes evolui de forma sistemática e vem apresentando ótimos resultados que contribuirão para mudanças importantes de paradigmas em diversos setores, sobretudo o energético e de gestão de resíduos. É claro que isso depende também da evolução da inteligência política de nossos governantes, ou - se isso não acontecer, o que é bem provável – ocorrerá em decorrência das formas atuais de exploração, processamento e utilização dos recursos naturais para geração de energia não serem mais viáveis, em razão do colapso da disponibilidade e, portanto, de seu alto custo econômico. Ou seja, a crise gerará a mudança. Como sempre.