Sexta, Novembro 24, 2017
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Cotidiano

Cotidiano (262)

“Onde será que este subprefeito de Itaquera achou que o bairro está preparado para receber os turistas? Nem de faixa de pedestres ele dá conta de cuidar” é o que comentou um comerciário que pediu o anonimato, “para não prejudicar o patrão” como ele afirmou.

Ativista social e avó de um aluno na Escola Estadual Aparecida Rahal, Roseli Pavan denuncia uma prática – que segundo ela está acontecendo nesta escola – chamada de “orgasmo mental”, que leva os alunos que a praticam a desmaios, espasmos e até convulsões.

O Pateo do Collegio é a primeira das 120 praças da cidade a receber wi-fi pelo projeto WI-fi Livre. O ponto turístico oferece internet banda larga grátis, com velocidade de 512 kbit/s, e acesso livre.

Uma cratera que praticamente “engole” qualquer adulto está a meses aberta na UBS/AMA Vila Carmosina sem qualquer providência por parte do Poder Público. O líder do Movimento Inclusão Já, Valdir Timóteo denuncia o problema e espera por providências. “É muita falta de respeito com as pessoas, dinheiro para a Copa eles têm, mas para obras de acessibilidade não”, indigna-se.

O vereador Antonio Goulart (PSD) foi condenado por improbidade administrativa por usar verba de gabinete da Câmara Municipal para contratar uma gráfica da propriedade da sua mulher. O recursos públicos foram aplicados na gráfica de novembro de 2009 a dezembro de 2010, quando Goulart era vice-presidente do Legislativo.

Empreiteira contratada pela Prefeitura Municipal de São Paulo por meio de licitação atrasa obras, entre elas a de uma simples calçada que poderia ser feita por qualquer pedreiro, é ré em uma ação de despejo por falta de pagamento e mesmo assim, parece “mandar” em setores do governo municipal.

Quando chega dezembro a euforia pelas festas de fim de ano do paulistano é ofuscada pelo medo das enchentes, pois dezembro é sinônimo de prenúncio de grandes tragédias com as chuvas, que vêm a cada final e início de ano.

A construtora MRV foi condenada a indenizar um consumidor por entregar um imóvel novo com uma série de defeitos. A entrega do imóvel estava prometida para dezembro de 2005. Nove meses depois, a construtora chamou o consumidor para fazer a entrega, mas ele recusou o recebimento ao constatar os danos.

A Casa & Vídeo (Mobilitá Comércio, Indústria e Representações) terá que pagar R$ 6 mil por danos morais a um consumidor. Em novembro de 2008, Jefferson de Oliveira comprou uma filmadora em uma das lojas do grupo juntamente com um seguro de um ano do produto.