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Terça, 12 Maio 2015 13:44

Controladoria Geral do Município vai apurar o caso do coordenador dos fiscais de Itaquera Destaque

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Depois de denúncia do Fato Paulista a Prefeitura Municipal de São Paulo enviou o caso do coordenador de CPDU (Coordenadoria de Projetos e Desenvolvimento Urbano) de Itaquera, Alexandre Massola Tavares a CGM – Controladoria Geral do Município, órgão que apura denúncias que envolvem servidores públicos municipais.

 

Em 21 de março último, este Fato Paulista estampou a seguinte manchete “Coordenador dos Fiscais manda multar e supostamente depois negocia consultoria”. A reportagem contava o caso da saraivada de multas e autuações que pequenos comerciantes do bairro de Itaquera começaram a sofrer depois que Alexandre Massola Tavares assumiu a cadeira de coordenador de CPDU.
Quanto às atuações, até natural que ele pretendia “fazer cumprir a lei”, mas o que se questionava era o “porquê” alguns autuados e outros grandes empresários passavam ilesos ao crivo fiscalizador de Alexandre Massola Tavares. Hoje vale outro questionamento: “conselheiro participativo que é comerciante também é fiscalizado pelo coordenador Alexandre Tavares?”
Além da saraivada de multas impostas a pequenos comerciantes a reportagem também informou que Alexandre Tavares é proprietário da empresa TAC que atua justamente com regularizações de obras e estabelecimentos comerciais. Até ai tudo bem, poderia não ser ilegal, mas no mínimo imoral quem manda multar por irregularidades, ser proprietário de uma empresa que presta serviços de regularização de estabelecimentos comerciais e obras. Guardadas as devidas proporções, é o mesmo que um secretário municipal de Obras ser proprietário de um depósito de materiais de construção. É no mínimo estranho e questionável.
O episódio já era estranho e digno de questionamentos, mas a equipe deste pequeno, mas valente jornal foi além. A reportagem esteve na sede da TAC no bairro de Vila Formosa e lá confirmou que de fato Alexandre Tavares era mesmo o proprietário e que todos os dias pela manhã lá dava expediente. Claro que o jornalista não se identificou, disse que era um comerciante de Itaquera que queria regularizar a sua micro empresa. Foi o bastante para a funcionária afirmar que a regularização saia por cerca de R$ 5 mil e que a regularização seria mais fácil pelo fato do proprietário trabalhar na Subprefeitura de Itaquera. A conversa foi gravada e disponibilizada na página do Fato Paulista na web.
O caso acabou sendo enviado a Controladoria Geral do Município pela própria Prefeitura paulistana conforme nota publicada abaixo.

A denúncia do jornal será encaminhada à Controladoria Geral do Munícipio para averiguação.
Assessoria de Imprensa
Secretaria Executiva de Comunicação

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