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Quarta, 09 Novembro 2016 11:12

Sem liberdade, a verdade não aparece !!! Destaque

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O presidente da Andecon ( ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE DEFESA DO CONSUMIDOR) Rodinei Lafaete foi impedido de entregar o jornal Fato Paulista na Subprefeitura de Itaquera

 

Sempre, fui e sempre serei, até os últimos momentos de minha existência aqui nesse Planeta, chamado TERRA e nesse Pais, chamado BRASIL,  defensor "absoluto e incondicional" da LIBERDADE DE EXPRESSÃO e do total acesso á INFORMAÇÃO.

Assim sendo, como JORNALISTA, "em 04 de Novembro de 2016", uma sexta feira, me dirigi á uma dás 32  (trinta e duas) SUBPREFEITURAS, existentes na Cidade de São Paulo, no caso em questão, na SUBPREFEITURA DE ITAQUERA, Zona Leste da Capital.

Minha, ida até a citada SUBREFEITURA, tinha o objetivo de entregar pessoalmente, exemplares do "JORNAL FATO PAULISTA", um jornal de Barro da região, que desde sua primeira edição, sempre se preocupou em noticiar e denunciar fatos ocorridos na região, dos quais: FALTA DE ILUMINANÇÃO PÚBLICA, FALTA DE MÉDICOS EM HOSPITAIS PÚBLICOS, FALTA DE SEGURANÇA, DESVIO DE VERBAS PUBLICAS, MÁS GESTÃO DOS AGENTES PÚBLICOS E A EXPLICITA FALTA DE ACESSIBILIDADE, no caso em específico, o Centro do Bairro de Itaquera.

Justamente, a última Edição de (Nº 244), do JORNAL FATO PAULISTA, trazia em sua capa, uma denúncia, feita pela ANDECON - ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE DEFESA DO CONSUMIDOR, feita pessoalmente por mim, na condição de "Presidente da mesma" e protocolada no Ministério Público do Estado de São Paulo, na PROMOTORIA DE JUSTIÇA DO PATRIMÔNIO PÚBLICO E SOCIAL DA CAPITAL, contra o Excelentíssimo Senhor Sub-Prefeito de Itaquera, MAURICIO MARTINS, por  "suposta prática" de IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA, por ter deixado o mesmo, de (cumprir sua obrigação) de Agente Público, como responsável direto pela fiscalização do Comércio do Bairro de Itaquera, no tocante aos locais com FALTA DE ACESSIBILIDADE.  

Pois bem, ao chegar o local supra mencionado, ou seja, SUBPREFEITURA DE ITAQUERA, que tem a entrada totalmente franqueada e livre, não necessitando de identificação, apresentação de documento, tirada de foto ou qualquer outro meio que possa impedir acesso ao local, entrei e comecei  a fazer a entrega de exemplares do JORNAL FATO PAULISTA, quando após um tempo, fui abordado por um funcionário, que me disse: "O senhor, vai ter que se retirar daqui, pois não é permitido fazer a entrega de jornal aqui".

Me, identifiquei ao mesmo como JORNALISTA, respondendo ao mesmo: "Me descupe, mas o local aqui é PÚBLICO, e não existe nenhuma lei que faça proibição de entrega de JORNAL com cunho informativo, ou seja, de INFORMAÇÃO, e portanto eu vou continuar sim a entregar".

O, mesmo, novamente, me respondeu dizendo: "Não vai poder não", subindo em seguida, para a parte de cima do Prédio, para falar com o SR. SUBPREFEITO, MAURICIO MARTINS, que veio até á mim e disse: "O Senhor, não vai poder entregar esse Jornal aqui e se insistir, vou mandar chamar a GUARDA CIVIL METROPOLITANA (GCM)", ai respondi:"Pode chamar, pois eu vou continuar a fazer a distribuição do Jornal".

Assim, chegou a GUARDA CIVIL METROPOLITANA (GCM), já me dizendo que eu não poderia ficar ali e que teria que em retirar, me identifiquei também para os mesmos, como JORNALISTA, dizendo que não iria sair do local, pois estava embasado na LEI, precisamente no Artigo 220, da COSNTITUIÇÃO FEDERAL DO BRASIL, "que tratava sobre a Liberdade de Imprensa e da Expressão".

Me, responderão, dizendo que estavam apenas me pedindo para sair, que queriam resolver na paz, sem problemas, ai, disse aos mesmos, que o dia que eu deixasse de acreditar na LIBERDADE DE EXPRESSÃO E NO DIREITO AO ACESSO Á INFORMAÇÃO, " eu sairia do Pais"!!!

Ai, eu continuei, a fazer a entrega do JORNAL FATO PAULISTA, porém com os mesmos indo atrás de mim, ou seja, "Me Escoltando" em cada lugar que eu entrava, até o término da entrega dos jornais, quando me acompanharam até próximo a porta de SAIDA, onde fui embora, totalmente constrangido com a situação, pois me senti, como se tivesse ido ao citado local e, COMETIDO O CRIME DE LIBERDADE DE IMPRENSA, DE EXPRESSÃO E DE COMUNICAÇÃO.

Sai do local, onde decidi ir até o 32º DISTRITO POLICIAL, para conversar com o Delgado de Policia, para explicar a situação ocorrida, com objetivo de fazer um  (BO), BOLETIN DE OCORRÊNCIAS e, em chegando lá, estava na sala da Autoridade Policia, um funcionário da Sub- Prefeitura de Itaquera, com 01 exemplar do JORNAL FATO PAULISTA, "informando que eu havia invadido a SUB, para fazer a entrega de jornais.

Me, identifiquei, para o DELEGADO, DR. YONG, dizendo ao mesmo, que não era verdade o relatado pelo funcionário, tanto que eu havia sido escoltado por GCMS, mas que se ele, achasse o contrário, que poderia registrar a ocorrência, que eu estaria a disposição da JUSTIÇA, para esclarecer toda a verdade, ele respondeu que não iria fazer, entreguei um cartão meu ao mesmo, me retirando do local, sendo que o funcionário permaneceu lá, conversando com o Delegado, não sabendo eu por isso, afirmar se foi feito uma "Denúncia" contra minha pessoa, por CRIME DE LIBERDADE DE IMPRENSA, DE EXPRESSÃO E DE INFORMAÇÃO!!!

Agora, estou na dúvida, o que faço agora:

a)- Saio desse Pais, chamado BRASIL, onde cada vez mais de alguma forma, ou de todas ás formas, TENTAM CALAR A IMPRENSA, quando é "Publicado" algo que alguém não quer que seja "'Publicado";

b)- Utilizo, a tática do AVESTRUZ, ou seja, enfio minha CABEÇA NO BURACO, de vergonha pelo acontecido, por estar me sentido "envergonhado" com o que fizeram comigo e, de tudo o que vem acontecendo em relação á MORDAÇA que estão querendo impor a IMPRENSA BRASILEIRA;

c)-, Ou, invoco, suplico, a FENAJ, ao SINDICATO DOS JORNALISTAS e á todos os Órgãos e Veículos de Imprensa deste Pais, para me ajudar, para nos ajudar, á fazer valer o previsto no Artigo 220, da Constituição Federal do Brasil, que diz, que: A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, para que entendam de uma vez por todas que, "QUANDO A IMPRENSA NÃO FALA, O POVO É QUE NÃO FALA E QUE PORTANTO, NÃO SE CALA A IMPRENSA, POIS QUANDO ISSO ACONTECE, CALA-SE O POVO"!!!

RODINEI LAFAETE

JORNALISTA

MTB. 71.161/SP

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